Membros do grupo operativo do partido no estado também trocaram repasses, debateram nova campanha para eleição e avaliaram conjuntura internacional
No último dia 24 de fevereiro de 2026, os membros da Executiva Estadual do PSOL-SP se reuniram para um encontro fundamental para alinhamento das avaliações sobre a conjuntura, tática eleitoral, novas campanhas do partido e também para a preparação da próxima reunião do Diretório Estadual do PSOL-SP. Entre as prioridades consensuadas pelos representantes das forças, teve destaque a prioridade no combate à extrema-direita e na reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva a presidente da República.
Na abertura do encontro, que contou com a análise de conjuntura coletiva por partes dos participantes da Executiva, foi reforçado o grande desafio apresentado pela direita como um todo, tanto o campo bolsonarista como os grupos representados pelo Centrão – seja em termos eleitorais como também na disputa da sociedade. A reeleição de Lula é peça-chave para conter o avanço do campo ultraconservador, assim como uma presença estratégica e fortalecida do PSOL-SP, com uma chapa competitiva e linha política acertada durante o período eleitoral.
A leitura coletiva da conjuntura internacional também foi preponderante na avaliação do papel do PSOL e seu posicionamento em meio a um ano eleitoral. O reposicionamento estratégico militar dos EUA, somado ao caráter autocrata e visceral de Trump, além de vitórias recentes da Direita como no Chile e na Argentina, acendem o alerta para uma posição responsável e combativa, que posicione o campo progressista do lado certo da História e o PSOL como uma ferramenta necessária para essa tarefa histórica.
No estado, a oposição firme ao governo Tarcísio se mantém como um pilar fundamental da atuação do PSOL em SP. O atual governador bolsonarista vem atacando sistematicamente os serviços fundamentais públicos, vendendo ativos do estado e cortando verbas fundamentais, como a de segurança hídrica às portas de uma crise da água; da Secretaria das Mulheres em meio a um aumento recorde nos casos de feminicídio; da educação paulista, enquanto os direitos dos professores são continuamente ameaçadas na ALESP; entre outras áreas essenciais para o funcionamento mínimo das políticas públicas do estado.
Além de repasses relativos à atuação do partido nos interiores, a Executiva do PSOL-SP também aprovou a campanha Ocupa PSOL, que tem como objetivo aproximar o partido da população paulista identificada com o PSOL, de forma a criarmos uma esfera de apoio nas eleições 2026 e consolidar nossa força popular em busca de mudar a correlação de forças no Congresso, com mais lideranças populares eleitas e povo nas ruas.





