
Falando a cerca de 300 assistentes sociais, Plínio saudou a importância da “virada” do curso, ocorrida no final da década de 1970, quando a teoria marxista ganhou espaço na formação dos profissionais. Para ele, essa nova perspectiva acadêmica dá outra dimensão social à profissão de assistente social, “criada para manter tudo como está e defender o status quo“. Ele mencionou ainda que a retirada de direitos hoje promovida pelo capitalismo impõe aos socialistas dialogar com a população sobre a alternativa para além do capital, numa perspectiva que dê sentido à vida humana. ”É preciso arregimentar todos aqui para colocar essas ideias em prática”, encerrou sua fala.