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Pela segunda eleição consecutiva, o Partido Socialismo e Liberdade postulará a sucessão municipal andreense. Assim como ocorreu em 2008, quando o ex-petista Ricardo Alvarez fincou o bastão da sigla, a estratégia será arregimentar o eleitorado de opinião. Sem estrutura financeira para colocar o bloco na rua, a legenda aposta no voto consciente e no diálogo tetê-a-téte. Este na, além de repetir a tática, o Psol também apostará na juventude. Marcelo Reina, de 30 anos, foi o escolhido para encabeçar a chapa majoritária que representará a Frente de Esquerda, a qual contará com as adesões do PSTU e do PCB. Marcelo acredita que o partido terá um desempenho ainda melhor neste pleito. Em 2008, Alvarez amealhou cerca de 3% dos votos válidos. Embora o percentual possa parecer pequeno, serviu para levar a eleição ao segundo turno e sair da decatanda vitória petista para o colo de Aidan Ravin. Fonte: Rádio ABC http://www.radioabc.com.br/?modulo=reportagens&sessao=ouvir&idR=5991 Integrantes do Psol de Santo André estiveram na manhã de ontem na rua Coronel Oliveira Lima, uma das principais vias comerciais da cidade, distribuindo panfletos em que exigem maior rigor nas investigações sobre o suposto esquema de extorsão no Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental). No material, o partido, que lançará Marcelo Siliano candidato a prefeito, propõe afastamento imediato do superintendente da autarquia, Ângelo Pavin (PMDB), auditoria nas contas do Semasa e convocação do chefe do Executivo, Aidan Ravin (PTB), para depor na CPI aberta na Câmara. Além do Legislativo, o Ministério Público e a Polícia Civil apuram a denúncia. O caso veio à tona no início de março, quando o então diretor de gestão Ambiental Roberto Tokuzumi confirmou a existência de suposto esquema de venda de licenças ambientais no Semasa. A ‘taxa’ serviria para fazer caixa de campanha.
Por: Beto Silva - Diário do Grande ABC fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5956074/com-panfletagem-psol-quer-rigor-no-caso-semasa.aspx PSOL define Marcelo Reina como pré-candidato em S.André Depois de lo Será a segunda vez consecutiva que a sigla terá postulante ao Paço. Em 2008, Ricardo Alvarez defendeu a legenda na corrida pelo Executivo e recebeu 7,5 mil votos. Antes da escolha de Reina, os militantes exerceram pressão sobre a candidatura do ex-vereador e de Bruno Daniel Filho – que se filiou à sigla em setembro do ano passado – para que aceitassem a missão de encabeçar a chapa. “Os filiados se dividiram (sobre o nome para disputar a prefeitura), mas o próprios candidatos justificaram o desejo de não concorrer e, assim, chegou-se ao meu nome”, revelou Reina. O primeiro a desistir foi o irmão do prefeito Celso Daniel (assassinado em 2002), que ficou com a missão de ser o coordenador de programa do partido. Bruno alegou que poderia ser alvo de críticas, devido ao tempo que ficou fora da cidade – estava radicado no exterior há mais de seis anos para se proteger de ameaças que sua família teria recebido. Alvarez, por sua vez, retirou sua candidatura ao argumentar que a legenda precisa de “sangue novo”. “Fiquei satisfeito, porque o partido precisa de bastante energia e o Reina é um nome que representa a renovação.” Na ocasião, os militantes decidiram que Alvarez (que foi vereador andreense durante dois mandatos, pelo PT) será o coordenador geral da campanha do PSol, tanto ao Executivo quanto o Legislativo. “Temos realizado várias reuniões com lideranças progressistas. Sem prepotência, tenho certeza de que nosso programa será o melhor para Santo André.” Primeiro aliado – A legenda agora parte para a estratégia de massificação da candidatura. Até o fim do mês, o partido deve realizar reunião para determinar as próximas ações. “Definimos alguns pré-candidatos à vereança e vamos convocar todos os filiados”, disse Reina. O PSol também formalizou o PSTU como primeiro partido na aliança majoritária. Nos próximos dias, o PCB também deve se somar à frente. O partido ainda não definiu a composição majoritária. O posto de vice pode ser ocupado por um dos aliados ou até mesmo por integrante do PSol. “Não colocamos em votação (na reunião), justamente a fim de abrir espaço aos aliados para apresentarem sugestões. A chapa pura também não está descartada.”
Por: Fábio Sales – Diário Regional A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta na câmara Municipal de Santo André ouviu o advogado Calixto Jr. que confirmou a cobrança de propina para a venda de licenças ambientais no Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental). Disse ainda que o Superintendente do órgão e o prefeito municipal estão envolvidos. É preciso apurar imediatamente. Há muito que se esclarecer. Tudo começou com um diretor do SEMASA, Roberto Tokuzumi (ex-diretor de Gestão Ambiental) que denunciou publicamente um esquema de corrupção na autarquia. Licenças ambientais eram vendidas e o operador do esquema era o advogado Calixto Jr. Este, que não era funcionário da empresa municipal, mantinha uma mesa e dava expediente como se fosse. Ao ser inquirido na CPI abriu a boca. Confirmou que o esquema existe, tem a participação direta do Superintendente, Ângelo Pavin, e o prefeito municipal Aidan Ravin como seu beneficiário. Alegou ainda que entrou na gestão por convite direto do prefeito.
Há também a participação de outros integrantes do primeiro escalão da prefeitura: “o grupo também tinha Nilson Bonome e Jarbas Elias Zuri (que já deixaram a Prefeitura), além dos secretários Alberto Casalinho (Obras) e Frederico Muraro Filho (Habitação).” (DGABC, 10/04/2012) Estas denúncias são graves e precisam de apuração rigorosa e imediata. Propostas do Psol Santo André: - Afastamento imediato do superintendente do SEMASA (evitar pressão sobre funcionários e outros); - Convocação do prefeito e do superintendente do SEMASA para deporem na CPI; - Mobilização da população cobrando rigor e justiça nas investigações; - Assinar o abaixo assinado online: Afastamento do superintendente do SEMASA - Transparência na gestão pública, em especial no SEMASA; - Auditoria das contas do SEMASA; No dia 12 de janeiro de 2012 Ricardo Alvarez, liderança do PSOL em San to andré, concedeu entrevista à Rádio ABC AM 1570 junto com Bruno Daniel tratando dos 10 anos do assassinato de Celso Daniel, da política no Grande ABC e das eleições 2012. O ano de 2012 começou com a fortíssima greve unificada dos policiais militares e bombeiros do estado do Ceará, e se aprofunda com a deflagração da greve da PM no estado da Bahia. Além das mobilizações no Pará e Espírito Santo, possivelmente na próxima semana, os policiais civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro também devem parar. Ocorreu o despertar dos policiais para a luta por melhores salários e condições de trabalho. A luta dos bombeiros no RJ deu exemplo de resistência. A necessidade e a justeza desta luta se espelham na defesa do PSOL pela aprovação da PEC 300. Há um conluio do governo federal e dos governos estaduais para impedir a aprovação de um piso nacional para policiais militares, e ao mesmo tempo, o governo Dilma anuncia corte de R$ 60 bilhões no orçamento 2012. Tudo isso para satisfazer os interesses dos credores da dívida pública. É necessário afirmar que a crise nesta área afeta diretamente os mais pobres e, sua resolução, é dever dos governos estaduais e federal. Uma das principais medidas neste sentido é a aprovação da PEC 300, garantindo salários dignos aos trabalhadores, acompanhada de uma profunda reflexão sobre o atual modelo da segurança pública brasileira que hoje, infelizmente, criminaliza e persegue as maiorias excluídas como a população LGBTT, a juventude negra e o conjunto dos movimentos sociais em luta. Denunciamos a postura autoritária dos governos estaduais, que se juntam para reprimir os movimentos de greve. Neste caso tal atitude unifica PSDB, PT e PMDB. O PSOL é contra que os trabalhadores paguem pela crise. Continuamos batalhando pela auditoria da dívida pública e pelo fim do superávit primário. O PSOL exige abertura imediata de negociações com grevistas da Bahia, do RJ e dos demais estados, a mais breve aprovação da PEC 300 e o fim da criminalização dos movimentos sociais!
Brasília, 03 de Fevereiro de 2012. Direção Nacional do PSOL Na edição do “Diário do Grande ABC” de hoje há uma notícia, no minímo, estarrecedora: a de que os vereadores de Santo André pretendem reduzir o número de sessões de duas para uma por semana. As alegações utilizadas pelos vereadores são tão absurdas que merecem destaque e análise. A primeira delas é do vereador da situação Gilberto Primavera (PTB) que defende a medida por acreditar que a mesma pode promover a redução de gastos com energia e pessoal. Tal argumento soa como falácia, pois o que aumenta os gastos com pessoal não são as horas trabalhadas em dias de sessão e sim a quantidade de assessores que cada parlamentar possui. O vereador Gilberto possui, de acordo com lista no site da Câmara, doze assessores. Na matéria há ainda a reprodução literal de uma fala do mesmo vereador: “Entendo que uma plenária seria suficiente. Isso não significa menos trabalho, pois o parlamentar não atua só em dia de sessão”. Isso seria quase verdade se não fosse o fato de que é raro encontrar os vereadores fora do dia da sessão. Será que eles ficam trabalhando em casa durante a semana? Um outro vereador, Toninho de Jesus (DEM), defende a ideia por acreditar que ela tornaria as sessões mais frutíferas: “As falas estão vazias, os assuntos sem relevância e, em uma sessão, seria o suficiente para aprovar requerimentos e projetos.” Quem são os responsáveis pelas falas, pelos assuntos? Os vereadores. Logo, se as falas estão vazias e os assuntos sem relevância; a responsabilidade é dos próprios vereadores e não das duas sessões semanais. O mesmo vereador coloca que a aprovação da medida seria louvável (utilizando a expressão da matéria) pois daria tempo para “melhor atendimento ao municipe e fiscalização do Executivo”; como se uma coisa e outra acontecessem de forma permanente na política de Santo André. A oposição ao projeto também é mencionada na matéria através das falas de dois vereadores de partidos diferentes: Jairinho (PT) e Pinheirinho (DEM). O primeiro diz que o projeto “Não é de interesse público. Não tem chance de ser implantado esse projeto em ano eleitoral”. Um detalhe implicito está na ultima frase da fala, que deixa aberta a possibilidade de tal projeto vir a ser implementado em outro momento. A matéria diz que isso de fato pode vir a ocorrer em 2013. Não será surpresa de o PT se mostrar favorável ao projeto. Outro discurso contrário, o do vereador Pinheirinho (DEM) soa como demagogia das grandes: “Enquanto um trabalhador fica quase todos os dias cumprindo expediente de oito horas, aqui acham que dois dias é muita atribuição. Isso é pouco, não mata ninguém”. Há um outro detalhe interessante: o mesmo DEM de Pinheirinho que, como dito, se opõe ao projeto é o mesmo de Toninho de Jesus. Esse fato pode revelar que, para certos políticos, o partido representa somente um guarda-chuva de candidaturas, sendo assim; cada um pode evocar qualquer interesse ou ideal. Diante de tudo isso, certamente o eleitor que se pergunta porque tais coisas acontecem, porque essas figuras eleitas para representarem a população parecem se negar a fazê-lo. A resposta é bem simples: a falta de participação e fiscalização popular na política abre espaço para que os poderosos, aqueles que pouco ou nada se interessam pela população, sintam-se completamente livres para fazerem o que bem entendem com o dinheiro e voto dos cidadãos. Por isso, votar não é o bastante. É preciso lutar nas ruas, participar.
Os jornalistas Ricardo Maluf e Andrea Zuppini informam: HOJE FOMOS PROIBIDOS DE DEIXAR NOSSOS JORNAIS PARA OS LEITORES QUE RETIRAM OS EXEMPLARES NA PREFEITURA DE SANTO ANDRÉ…. A funcionária alegou que tinha superiores e que o Jornal Estação Notícia era petista. Segue abaixo a edição que motivou a censura
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