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Paulo Bufalo

Paulo Bufalo tem 43 anos, é casado e tem um filho. Engenheiro e professor de escola técnica pública do Centro Paula Souza e mestre em educação pela UNICAMP.

Eleito parlamentar pelo PT em 2000, exerceu dois mandatos de vereador na cidade de Campinas onde em 2008, já no PSOL foi candidato a Prefeito.

Formado em 1993 na universidade, cursou o ensino médio e superior, enquanto trabalhou como torneiro mecânico e técnico de processos numa indústria do ramo metalúrgico/químico na cidade de Vinhedo. Durante este período na empresa participou das principais mobilizações e greves do Sindicato dos Químicos e Abrasivos e foi vice-presidente da CIPA eleito pelos trabalhadores e na universidade, entre 1988 e 1991, liderou as principais mobilizações estudantis, da Universidade São Francisco na cidade de Itatiba.

Como professor desde 1994, foi diretor de base e regional do sindicato da categoria, o SINTEPS. Em 2000 atuou de forma intensa na construção da greve por melhores salários e de resistência ao sucateamento das escolas técnicas de São Paulo.

Nos movimentos sociais, não parou desde meados dos anos 1980, quando ingressou na Pastoral da Juventude. Ainda na Igreja Católica, militou na formação de adolescentes e num Grupo de Fé, Política e Sociedade. Posteriormente atuou na Pastoral Rural em Campinas, onde ajudou a fundar as primeiras experiências de núcleos urbanos em apoio ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Desde 1990, atua no movimento em defesa dos direitos da criança e do adolescente, coordenando por oito anos um Fórum Municipal sobre o tema, organizado pelos movimentos populares de Campinas.

Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 1992, atuou nas principais lutas do PT em Campinas. Foi membro do diretório e da executiva municipal do partido exercendo a função de vice-presidente municipal e secretário de finanças. Ainda como dirigente partidário coordenou um comitê municipal em defesa da Companhia Vale do Rio Doce e contra a sua privatização.

Assessorou parlamentares do PT, acumulando experiência no legislativo e estabelecendo novos contatos com movimentos populares, o que o credenciou à primeira eleição de vereador em 2000, ano em que o partido elegeu em Campinas o Prefeito Antonio da Costa Santos, o Toninho, assassinado em 2001.

Em 2005, já reeleito vereador, rompeu com seu antigo partido por divergências políticas e ideológicas em relação ao programa assumido pelo PT. Ingressou então nas fileiras do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, onde atualmente é presidente do partido na cidade de Campinas e membro da executiva estadual exercendo a função de Secretário de Direitos Humanos.

Aprovado como candidato a governador, por unanimidade no PSOL, Paulo Bufalo representa um projeto alternativo de esquerda para São Paulo e contra os representantes da velha política.

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