Audiência pública sobre Pinheirinho lota Assembléia de SP. Ivan Valente questiona Alckmin sobre denúncias

O deputado Ivan Valente participou nesta quarta-feira (01/02) da Audiência Pública realizada na Assembléia Legislativa de São Paulo em defesa dos desabrigados do bairro Pinheirinho, em São José dos Campos. A atividade contou com cerca de 230 ex-moradores da ocupação, entidades e movimentos sociais.

Também participaram da sessão os promotores Eduardo Dias de Souza e Mario Augusto Vicente Malaquias; o membro da comissão de Direitos Humanos da OAB, Lucio França; Ivan Seixas, do Condep (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos); e o defensor público Jairo Salvador de Souza. A audiência foi proposta pelos deputados estaduais Carlos Giannazzi (PSOL), Adriano Diogo e Simão Pedro (PT).

Durante a sessão, foram exibidos vídeos produzidos por militantes e movimentos que acompanharam a reintegração. Nas imagens, é possível comprovar a truculência e a falta de preparo da Polícia Militar para lidar com a situação. Depoimentos de moradores, entre emoção e revolta, expuseram o sofrimento de quem viviam no Pinheirinho e agora é sem-teto. Os relatos da violência policial, inclusive nas marcas de balas de borracha, comoveram o auditório, totalmente tomado por simpatizantes da causa. Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST, destacou que o Pinheirinho deve servir de exemplo de resistência a outros casos semelhantes que acontecem pelo Brasil.

Os depoimentos dos moradores serão encaminhados para a OEA (Organização dos Estados Americanos). A comunidade do Pinheirinho também que acionar criminalmente o governador Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), e a juíza Márcia Loureiro, responsável pela liminar que autorizou a reintegração de posse do terreno.

Em sua fala, o deputado federal Ivan Valente relatou o esforço feito junto às autoridades no sentido de tentar evitar a reintegração. Em especial, destacou a quebra de acordo permitida pelo presidente em exercício do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, que havia concordado em suspender o processo da falência da empresa Selecta, dona do terreno, por 15 dias – o que daria mais prazo para as negociações antes da execução da ordem judicial. Para Ivan Valente, a repressão contra o Pinheirinho também foi um exemplo que o Estado deu no sentido de eliminar novas ocupações pelos movimentos que defendem o direito à moradia.

“Agora, a continuidade dessa luta é que precisa ser exemplar, para o desgaste daqueles que usaram a Polícia Militar e a truculência contra o direito à moradia e a favor da propriedade privada. Nunca vi tanto cinismo em uma ação. Quando se for contar a história da reintegração do Pinheirinho é que vamos ver a quem serve a Justiça brasileira. E não é ao povo excluído”, afirmou Valente.

Na próxima semana, quando voltam os trabalhos do Congresso Nacional, junto com o deputado federal do PSOL/RJ Chico ALencar, Ivan Valente vai propor a realização de uma audiência pública sobre o caso Pinheirinho na Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Questionamento ao governador Alckmin

Nesta quarta-feira, o deputado Ivan Valente também protocolou, no Palácio dos Bandeirantes, um pedido de informações ao governador Alckmin sobre denúncias de uso indevido da força e de violações de direitos humanos praticadas por agentes do Estado durante a operação de reintegração de posse do Pinheirinho. No documento, o parlamentar do PSOL questiona quais as providências tomadas pelo governo estadual diante da denúncia de 12 casos relatados por testemunhas, a maior parte deles comprovada em vídeos registrados no dia da operação.

Entre as denúncias, estão o uso de bombas de efeito moral e balas de borracha pela PM contra moradores, incluindo crianças, dentro da ocupação e no abrigo para onde foram levados os desalojados; a agressão física injustificada contra um morador do Pinheirinho dentro deste abrigo; o uso de armas de fogo para intimidação dos moradores; a participação de policiais sem identificação na operação; e o cerceamento à liberdade de imprensa durante a ação da PM.

O documento questiona ainda a negligência do governo acerca dos alojamentos improvisados que foram oferecidos aos moradores do Pinheirinho; e pede que o governador Alckmin se pronuncie sobre a suspeita de assassinato de três pessoas, incluindo uma criança de quatro anos. Há relatos sobre o encaminhamento deliberado de corpos para outras zonas de São José dos Campos ou outras cidades, para desvincular as supostas mortes da operação de desocupação do Pinheirinho.

“O governador Alckmin tem dado declarações à imprensa afirmando que não houve qualquer violência policial na operação em São José dos Campos. No entanto, há inúmeras testemunhas que denunciam e vídeos que comprovam agressões aos moradores. Queremos saber o que o governo estadual tem a dizer sobre cada um desses doze casos”, disse Ivan Valente.

CLIQUE AQUI para ver o álbum de fotos completo da audiência pública na Assembléia Legislativa.

CLIQUE AQUI, E ASSINE O MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

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Suplicy, Afirma: ESTUPRO, na invasão da PM em Pinheirinhos

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) afirmou nesta sexta-feira (3), em discurso no plenário do Senado, que houve abuso sexual por parte de policiais militares na ação de desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos. O senador disse ter obtido as informações acompanhando o depoimento das vítimas ao Ministério Público do Estado de São Paulo nesta quarta (1º).

Procurado pelo Reportagem, o Ministério Público de São Paulo não confirmou até as 16h o depoimento ao qual se refere o senador Eduardo Suplicy. A Polícia Militar também foi procurada pelo , mas não respondeu aos questionamentos sobre a ação dos policiais na área.

A operação da Polícia Militar em cumprimento da ordem de reintegração de posse foi iniciada em 22 de janeiro e finalizada em 25 de janeiro, quando todas as edificações construídas no local tinham sido demolidas. A operação terminou com 32 detidos.

No depoimento, segundo o senador, as vítimas disseram que na noite de 22 de janeiro, no início da desocupação, vários policiais militares entraram em uma casa na região do Pinheirinho de modo “abrupto e violento” rendendo agressivamente um jovem de 17 anos e sua mulher, de 26 anos. Segundo o depoimento, havia seis pessoas na casa.

De acordo com termo de declarações ao Ministério Público cuja cópia o senador forneceu ao G1, os policiais renderam a mulher de 26 anos, a isolaram dos demais moradores da casa e a submeteram durante quatro horas a abuso sexual.

No documento, a vítima relata ainda que “durante o ataque foi retirada da casa e, segundo ela própria, mais uma vez seviciada no interior de uma viatura cinza, que identificou como sendo do grupamento Rota”.

O adolescente de 17 anos, de acordo com o depoimento, “foi agredido fisicamente e psicologicamente” e ameaçado pelos policiais de “empalação com um cabo de vassoura untado de creme e pomada”.

As vítimas mencionaram, segundo o documento, que “no decorrer dos fatos puderam identificar cerca de uma dúzia de policiais todos ostensivamente identificados como componentes do grupamento Rota”.

Os policiais, de acordo com o depoimento, “comeram a comida da casa, danificaram diversos objetos que guarneciam o imóvel, além de terem levado pertences e dinheiro que nada teriam a ver com qualquer atividade ilícita”.

Suplicy disse que pediu aos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, proteção às vítimas.

Ele disse que se encontrará na tarde desta sexta (3) com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e pedirá que sejam tomadas providências para afastar e punir os agressores.

Apuração
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), também no plenário do Senado, contestou as declarações de Suplicy sobre a denúncia de abuso sexual por parte da polícia na desocupação em Pinheirinho.

“É claro que o episódio será apurado, e apurado com rigor. E, se houver realmente veracidade nesses relatos, eles serão punidos, não tenho dúvida nenhuma”, afirmou.

Segundo o senador, a denúncia “será objeto de apuração, apuração como, aliás, é regra na Polícia Militar de São Paulo. A Polícia Militar de São Paulo tem uma corregedoria que funciona com rigor, uma corregedoria temida pelos membros da corporação”.

Aloysio Nunes questionou se a denúncia de abuso sexual tem relação com a desocupação em Pinheirinho.

“O que me parece estranho é que o senador Suplicy traz este tema à tribuna no contexto do seu discurso do Pinheirinho, dando a entender que este caso teria algum tipo de relação com os episódios da reintegração de posse ocorrida naquele terreno em São José dos Campos. Daqui para frente, então, qualquer abuso de poder, qualquer abuso de autoridade, qualquer violação aos direitos humanos, numa polícia que é respeitosa em regra dos direitos humanos, será imediatamente ligado ao caso Pinheirinho”, afirmou, o Tucano.

FONTE   G1

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URGENTE: ATENTADO CONTRA SEDE INTERNACIONAL DO PSTU

Um grave atentado contra os PSTU da Argentina ocorreu, na última sexta-feira. A sede do partido da cidade de Comodoro Rivadavia foi invadida um bando armado. Leia a declaração da direção do partido sobre o episódio:

• Na noite da última sexta-feira, dia 27, um grupo de 5 a 6 pessoas armadas – de acordo a testemunhas-, entraram a força na sede do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (Argentina) na cidade de Comodoro Rivadavia. 

Depois de produzir destruição e desordem, além de pichar as paredes com mensagens, tentaram incendiar as instalações. Também roubaram dois computadores e outros bens, bem como a documentação sobre a legalização do partido e quantidades de assinaturas já reunidas. 

Todo o fato demonstra o objetivo de intimidar, próprio de bandos ou gangues de outras épocas. É um claro ataque político, que não pode estar separado do clima político do país e da província, bem como da atividade do PSTU argentino. 

O PSTU é reconhecido por sua constante luta contra o saque do petróleo e dos minérios por parte das multinacionais. Defendemos a estatização dos recursos naturais, a defesa da soberania, dos direitos dos trabalhadores, da educação e da saúde públicas e os direitos humanos em geral, bem como pela necessidade de uma definitiva independência de nosso país e pelo socialismo. Portanto, estes fatos não podem deixar de ter conexão com um momento em que as grandes operadoras petroleiras e mineradoras multinacionais estão em uma ofensiva para saquear nossos recursos e contra os trabalhadores, que hoje resistem essa ofensiva. 

Exigimos dos governos nacional, provincial e municipal, bem como da justiça, a mais profunda investigação e punição aos implicados na invasão – materiais e intelectuais. Todas as instancias governamentais são responsáveis pela segurança de militantes, filiados e das sedes locais, pois tem o dever de velar pelos direitos políticos populares elementares. Assim, a Direção Nacional do PSTU iniciou o contato com os âmbitos oficiais nacionais respectivos, tais como o Ministério do Interior, de Justiça, e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos. 

Convocamos todas as organizações que defendem os direitos democráticos, partidos políticos, organizações sindicais, sociais, organismos de Direitos Humanos e personalidades de todos os âmbitos, a somar ao repúdio a esse atentado, e para também exigir a investigação e punição dos responsáveis. 

Fonte: PSTU

Nossa Solidariedade ao PSTU

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SOS Pronto Atendimento de Hortolândia, não tem Médico, Cartaz avisa Paciente antes !

CRISE NA SAÚDE, PS VILA REAL, COLOCA CARTAZ NA RECEPÇÃO “NÃO TEMOS MÉDICOS”

Ironia, ou pegadinha ? no minimo uma brincadeira de péssimo gosto, Usuários, do Pronto atendimento do Vila Real, em Hortolândia, fotografaram, o Cartaz ao lado,  Parece brincadeira, mas não é , a foto ao lado é Verídica, então nem adiante tentar, Já foi avisado antes não há Médicos.

Ai surgi uma questão, que vem fazendo, os usuários, quebrarem a cabeça pra responder, e não conseguem , uma resposta convincente, “Se não Há Médicos, porque está aberto” , Questionamento parecido com o de um jovem que tentava marcar uma consulta para sua Avó; Ela precisa de um médico não tem, vou levar ela para Paulínia, Mas não entendo, porque o Posto, continua aberto, E a gente pagando, os gastos que são muitos, repare, a Recepção, Vigias, são tudo empresas terceirizadas,  Tem ainda gastos com luz, água e telefone, pra que ? não consigo entender esbravejou.

Segundo informações, as consultas começarão a ser marcadas, a partir do dia 06 de Fevereiro. Mas não há previsão de quando a consulta ocorrerá.

SEUS DIREITOS

O PRIMEIRO PRINCÍPIO assegura ao cidadão o acesso ordenado e organizado
aos sistemas de saúde, visando a um atendimento mais justo e eficaz.
Todos os cidadãos têm direito ao acesso às ações e aos serviços de promoção, proteção
e recuperação da saúde promovidos pelo Sistema Único de Saúde:
I. O acesso se dará prioritariamente pelos Serviços de Saúde da Atenção Básica próximos ao
local de moradia.
II. Nas situações de urgência/emergência, o atendimento se dará de forma incondicional, em
qualquer unidade do sistema.
III. Em caso de risco de vida ou lesão grave, deverá ser assegurada a remoção do usuário em
condições seguras, que não implique maiores danos, para um estabelecimento de saúde com
capacidade para recebê-lo.
IV. O encaminhamento à Atenção Especializada e Hospitalar será estabelecido em função da
necessidade de saúde e indicação clínica, levando-se em conta critérios de vulnerabilidade e
risco com apoio de centrais de regulação ou outros mecanismos que facilitem o acesso
a serviços de retaguarda.
V. Quando houver limitação circunstancial na capacidade de atendimento do serviço de saúde,
fica sob responsabilidade do gestor local a pronta resolução das condições para
o acolhimento e devido encaminhamento do usuário do SUS, devendo ser prestadas
informações claras ao usuário sobre os critérios de priorização do acesso na localidade por ora
indisponível. A prioridade deve ser baseada em critérios de vulnerabilidade clínica
e social, sem qualquer tipo de discriminação ou privilégio

VI. As informações sobre os serviços de saúde contendo critérios de acesso, endereços,
telefones, horários de funcionamento, nome e horário de trabalho dos profissionais das equipes
assistenciais devem estar disponíveis aos cidadãos nos locais onde a assistência
é prestada e nos espaços de controle social.
VII. O acesso de que trata o caput inclui as ações de proteção e prevenção relativas a riscos e
agravos à saúde e ao meio ambiente, as devidas informações relativas às ações de vigilância
sanitária e epidemiológica e os determinantes da saúde individual e coletiva.
VIII. A garantia à acessibilidade implica o fim das barreiras arquitetônicas e de comunicabilidade,
oferecendo condições de atendimento adequadas, especialmente a pessoas que vivem com
deficiências, idosos e gestantes.

Fonte: GOVERNO FEDERAL

“ESTÃO TIRANDO SEUS DIREITOS, NÃO ADMITA, CHAME A POLÍCIA”

 OBS. SE EM CASO DE URGÊNCIA ou EMERGÊNCIA, O ATENDIMENTO MÉDICO FOR, NEGADO, LIGUE IMEDIATAMENTE AO 190, PARA CARACTERIZAR O FLAGRANTE, EM OUTRAS SITUAÇÕES EM QUE , NÃO CONSIGA MARCAR A CONSULTA, SE DIRIGIA A DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL, MAIS PRÓXIMA AO LOCAL E EXIJA, O REGISTRO DE UM BOLETIM  DE OCORRÊNCIA 

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MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS

No dia 22 de janeiro de 2012, às 5,30hs. da manhã, a Polícia Militar de São Paulo iniciou o cumprimento de ordem judicial para desocupação do Pinheirinho, bairro situado em São José dos Campos e habitado por cerca de seis mil pessoas.

A operação interrompeu bruscamente negociações que se desenrolavam envolvendo as partes judiciais, parlamentares, governo do Estado de São Paulo e governo federal.

O governo do Estado autorizou a operação de forma violenta e sem tomar qualquer providência para cumprir o seu dever constitucional de zelar pela integridade da população, inclusive crianças, idosos e doentes.

O desabrigo e as condições em que se encontram neste momento as pessoas atingidas são atos de desumanidade e grave violação dos direitos humanos.

A conduta das autoridades estaduais contrariou princípios básicos, consagrados pela Constituição e por inúmeros instrumentos internacionais de defesa dos direitos humanos, ao determinar a prevalência de um alegado direito patrimonial sobre as garantias de bem-estar e de sobrevivência digna de seis mil pessoas.

Verificam-se, de plano, ofensas ao artigo 5º, nos. 1 e 2, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José), que estabelecem que toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral, e que ninguém deve ser submetido a tratos cruéis, desumanos ou degradantes.

Ainda que se admitisse a legitimidade da ordem executada pela Polícia Militar, o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde.

Há uma escalada de violência estatal em São Paulo que deve ser detida. Estudantes, dependentes químicos e agora uma população de seis mil pessoas já sentiram o peso de um Estado que se torna mais e mais um aparato repressivo voltado para esmagar qualquer conduta que não se enquadre nos limites estreitos, desumanos e mesquinhos daquilo que as autoridades estaduais pensam ser “lei e ordem”.

É preciso pôr cobro a esse estado de coisas.

Os abaixo-assinados vêm a público expor indignação e inconformismo diante desses recentes acontecimentos e das cenas desumanas e degradantes do dia 22 de janeiro em São José dos Campos.

Denunciam esses atos como imorais e inconstitucionais e exigem, em nome dos princípios republicanos, apuração e sanções.

Conclamam pessoas e entidades comprometidas com a democracia, com os direitos da pessoa humana, com o progresso social e com a construção de um país solidário e fraterno a se mobilizarem para, entre outras medidas, levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a conduta do governo do Estado de São Paulo.

Isto é um imperativo ético e jurídico para que nunca mais brasileiros sejam submetidos a condições degradantes por ação do Estado.

ASSINATURA NO LINK:

 http://www.peticoesonline.com/peticao/manifesto-pela-denuncia-do-caso-pinheirinho-a-comissao-interamericana-de-direitos-humanos/353

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NÃO VAMOS NOS CALAR ! CADEIA JÁ .

ATO EM CAMPINAS HOJE EM SOLIDARIEDADE AO MORADORES DE PINHEIRINHOS, E EM REPUDIO A ATUAÇÃO DA PM E DO GOVERNADOR.

A população da região de campinas, irá a ruas hoje, contra o massacre, comandado pelo governo do estado de SP, em pinheirinhos, em São José dos Campos no ultimo Domingo, queremos respostas, a OAB na cidade afirma que houve mortos, a Globo tenta abafar, dizendo que houve um ferido, A verdade é que Passaram por cima da Justiça federal , que havia concedido uma liminar proibindo, a reintegração de posse.

O Ato nessa terça em Campinas esta marcado para as 14 horas, em frente ao Sindicato dos metalúrgicos de Campinas e Região,  Rua Dr Quirino 560 Centro de Campinas,não da pra se calar tem de participar.

Se possivel vamos de preto, em sinal de luto .

Exibir mapa ampliado

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ADEQUAÇÃO A LEGISLAÇÃO ELEITORAL

O PSOL, RESPEITA A LEGISLAÇÃO,  O SITE ESTA SENDO REVISADO, PARA SE ADEQUAR A RESOLUÇÃO Nº 23.370 (TSE), NESSE TEMPO NÃO ESTAMOS FAZENDO AS ATUALIZAÇÕES

AGRADECEMOS A COMPREENSÃO

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Revisão de concessão da “Rede Globo” Já !

O deputado federal e presidente do PSOL, Ivan Valente (SP), pediu a revisão da concessão da “Rede Globo” após o suposto caso de estupro veiculado em rede nacional no programa “Big Brother Brasil”. Para o parlamentar, é preciso apurar a responsabilidade da emissora no caso. 

Paredão I

Para Ivan Valente, o fato de a “Rede Globo” ter omitido o fato ao público durante a apresentação do programa e tratado o caso de maneira ambígua logo que o escândalo veio à tona. 

Paredão II

“Essa é a mensagem q uma concessionária pública de TV manda para o país diante de um assunto tão sério como a violência sexual contra mulheres? Todos ficamos indignados com a banalização daquilo que pode ter sido um crime”, criticou o parlamentar.

MP no jogo

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) também entrou no caso e pode pedir à emissora que esclareça o caso publicamente durante a exibição do programa. 

CLIQUE AQUI, E ASSINE A PETIÇÃO PUBLICA PELA RETIRADA DO BBB, E PELA REVISÃO DA CONCESSÃO

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Moradores do Sta Clara e Região, Criam Abaixo-assinado exigindo providencias do Poder publico

Indignados, Moradores, criam petição publica, contra a Falta de Manutenção em Vias e , pedem explicações sobre a Destruição do parque ecológico do Santa Clara

Cansados de esperar populares, criam Abaixo-assinado, pelo recapeamento de ruas que foram completamente destruídas no começo de 2011, e também exigem explicações sobre a retiradas das grades do Parque Ecológico, ainda pedem explicações do porque o serviço de manutenção de vias não vem sendo realizado no município(Clique aqui e assine)

Veja a integra da Petição

O ABAIXO-ASSINADO É ENDEREÇADO AO MINISTÉRIO PUBLICO ESTADUAL, AOS MINISTÉRIOS DO TURISMO E DA CIDADES E A CÂMARA MUNICIPAL .

Moradores de Hortolândia, vem pelo presente aos Respectivos Órgãos Legais, denunciar situações que vem sendo enfrentadas a muito tempo, e pedir providencias, face a omissão da prefeitura municipal de Hortolândia:

A mais de um ano moradores do Jardim Santa Clara do Lago e região, vem enfrentando um total descaso com relação, a intransitabilidade em algumas ruas do Bairro , Em especial , “Bolívia, Panamá, El Salvador, Paraguai, e Argentina” somos cientes que o problemas das crateras na pavimentação atinge todo o Município de Hortolândia, porem, essas ruas estão com risco eminente de uma fatalidade, em consequência dos buracos.
2- Inexplicavelmente nos meses finais de 2011 a Prefeitura dessa cidade Hortolândia, Retirou todas as Grades que cercavam o Parque Ecológico Do Santa Clara, dessa forma trazendo uma total insegurança aos moradores do local, ressalto que a iluminação do referido parque também foi Desligada, aparentemente as grades foram levadas para uma area conhecida como praça da matriz no Jardim Rosolem, e já teriam sido implantadas no local

Mediantes os fatos narrados acima, exigimos a quem for de competência:

1- Que seja ajuizado ação civil publica, para a que a prefeitura de Hortolândia, seja obrigada, em carácter imediato a substituir toda a massa asfáltica das referidas ruas,

2- Que seja investigado, o procedimento de retirada das grades do parque ecológico, bem como que a prefeitura seja intimada a proceder, manutenção, vigilância e iluminação do mesmo.

3- Que o Sr. prefeito seja intimado a proceder, serviços de tapa-buracos em toda a cidade.

Os signatários   PARA ASSINAR BASTA CLICAR AQUI

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Petição Publica, Pela censura ao BBB e a GLOBO

GRUPO CRIA ABAIXO ASSINADO VIRTUAL, ONDE EXIGE DO MINISTÉRIO PUBLICO A RETIRADA IMEDIATA DO BBB DOAR, E PUNIÇÃO A REDE GLOBO

Abaixo assinado pela retirada do programa BBB12 do ar e pela instauração de processo contra a Rede Globo por ferir os direitos humanos, em especial os direitos das mulheres. CLIQUE AQUI PARA ASSINAR

Após o estupro de vulnerável, claramente enquadrado como tal, ocorrido dentro do BBB12, televisionado para todo o país, esta rede de televisão precisa estar OBRIGADA dar satisfações à sociedade brasileira e ser responsabilizada legalmente pela omissão de socorro que cometeu. 

Pedimos ao Ministério Público que se pronuncie quanto ao caso do estupro e quanto à concessão pública dada a uma rede de televisão para que passe por cima dos direitos das mulheres de forma tão desonesta e desumana. 

A retirada do programa do ar é etapa fundamental, para que não seja possível à Rede Globo que continue lucrando sobre o crime que ela permitiu que ocorresse. 

Se você concorda, assine, divulgue.
Não vamos engolir mais essa.

Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. 
E não dizemos nada. 

Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada. 

Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. 

E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada. 

Maiakovski

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