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By admin, on dezembro 13th, 2010 PSOL combate todo preconceito contra a mulher na política!
É tempo de advento! Toda a humanidade acompanha a expectativa do nascimento do menino Deus na periferia de Belém. O Verbo se faz carne e habita entre nós.
Neste tempo, Maria em sua gravidez gesta o redentor, desafiando os poderosos de sua época. Ela representa a força da mulher que decide participar do Plano da Salvação.
Tradicionalmente associamos a trajetória de Maria gestante com a gravidez de todas as mulheres que pelo mundo afora geram a força da vida que renova o mundo, a sociedade, as famílias. Uma nova vida, uma criança, sempre é motivo de alegria e renovada vontade de viver. Gestação é vida!
É neste contexto que nós defendemos, sempre, a dignidade de toda gestante, frente a uma sociedade que desvaloriza a vida e a mulher todos os dias!
Nós defendemos a força da mulher em todas as suas condições.
Por isto, defendemos também a legitimidade da ação política de nossa vereadora Fernanda Malafatti, antes e durante e depois de sua gestação. A gestação é um período da graça do Deus da Vida.
Muitos em nossa cidade procuram desvalorizar o papel da mulher na política. De diversas maneiras:
1 – Alguns pensam que a política é um lugar de guerra e que por isto deve ser feitas por homens. Trabalham com a mentira, a calúnia, a ameaça e o grito. Como gritam e ameaçam as mulheres em casa e na sociedade, pensam que podem fazer o mesmo na política. Nós pensamos diferente: Queremos a mulher resistindo bravamente aos brados da dominação!
2 – Alguns pensam que para a mulher participar da política deve parecer com os homens. Saber se impor sempre, não cuidar de sua aparência, não cuidar com o tipo da linguagem, até mesmo abrir mão de sua feminilidade e do direito de ser mãe. Nós pensamos diferente: Queremos a mulher resistindo a linguagem e à postura da dominação, desafiando a todos a se comportarem de modo mais humano e sensível.
3 – Outros desconsideram a importância da gestação para a ação política. No fundo, estão condenando as mulheres que ousam estar na política e gestar algo novo, seja na política, seja uma criança. Muita gente, quase sempre na covardia do anonimato, utilizam a gestação de nossa vereadora Fernanda para atacá-la ou procurar ofendê-la sentimental ou moralmente. Nós não aceitamos. Não vamos reproduzir o que se diz por ai na baixaria da política, mas desejamos que o Senhor da Vida toque com um pouco de amor o coração de quem é capaz de proferir tamanhos absurdos. Todos somos família de alguém. Que estas pessoas possam reencontrar-se de suas frustrações no amor de suas famílias.
4 – Mesmo pessoas de bem acabam reproduzindo os preconceitos contra a mulher em todas as suas expressões: discriminam o ser mulher pelo modo de vestir, pelo modo de falar, pelo tom da voz, pela sensibilidade e agora pela gravidez. Nós pensamos diferente: Queremos a mulher com toda sua diferença na política. Preferimos uma mulher com coragem do que vários outros que se acomodam diante do que consideram errado.
Na sexta-feira, percebemos mais uma vez o preconceito velado de nossa sociedade. A vereadora Fernanda Malafatti foi atacada duramente pelo site oficial da Prefeitura de Casa Branca, como uma forma de intimidá-la por não ter participado da sessão extraordinária da quinta-feira dia 09/12/2010.
Veja: O Prefeito solicitou uma sessão extraordinária que foi marcada para o dia 09/12/2010. Os vereadores foram convocados na quarta, para a sessão na quinta. A sessão extraordinária sempre é fora do padrão: acontece em outro horário e de forma especial por dois motivos: ou porque o assunto é muito urgente ou porque a Administração não conseguiu planejar suas atividades de forma adequada.
Entre os diversos assuntos na pauta, estava a doação do terreno para a instalação da Empresa Hutchinson, cuja vinda mobilizou tanto o Prefeito como diversos vereadores. Fernanda Malafatti tinha consulta médica em outro município para acompanhamento de sua gestação no mesmo horário e, por consideração, avisou o Prefeito que provavelmente não chegaria a tempo. Consulta de acompanhamento e exames são direito da mãe e da criança.
No dia seguinte, a matéria no site oficial da Prefeitura acusa veladamente a vereadora de omissão. Quem escreveu o texto, revelou todo o preconceito implícito na sociedade mais conservadora: mulher gestante não pode participar da política, pois falta e prejudica a cidade.
O que o site deixou de contar foi a importância da participação da Fernanda no processo de construção deste governo. Aliás, ela foi importante na construção a campanha, na elaboração do Plano de Governo, na conquista da vitória do Prefeito Sati, com o Dr. Roberto. O site esqueceu de todas as batalhas na Câmara Municipal onde a vereadora foi a principal defensora do Governo, mesmo quanto outros aliados votavam contra ou criticavam livremente as ações da Administração Municipal. O site esqueceu que a vereadora é uma das mais presentes nas comissões internas, nos conselhos municipais, nos eventos da cidade. Esqueceu que a vereadora ausentou-se de uma sessão que não estava prevista nem planejada para este dia para acompanhar a sua gestação! Julgou-a por este fato!
Para nós, a matéria do site oficial da Prefeitura é um signo do mais perverso preconceito contra as mulheres enviesado em nossa sociedade. Lutamos contra isto, defendendo as pessoas em sua dignidade, pelo conjunto de seu trabalho e compromisso.
Acreditamos que o Prefeito, Dr. Roberto, não foi conivente com tal matéria, pois o conhecemos a longa data e sabemos que ele é uma pessoa com dignidade e respeito, sensível à toda forma de preconceito e discriminação que uma pessoa possa ser vítima. Acreditamos também que esta linha de ataques nunca seria aprovada num governo que foi eleito sob a mansidão do Prefeito Sati, coração de ouro que nos deixou há exato um ano. Esta administração deve ser fundada nesta mansidão que elegeu nossa coligação para governar a cidade.
Por isto, não concordamos com o teor da matéria publicada. Apontamos o erro para que não se repitam as formas de opressão velada nesta Administração. Defendemos a dignidade de todas as gestantes, em especial da gestante mulher-vereadora em seus direitos de incomodar e modificar o que julgar necessário!
PSOL de Casa Branca – 13/12/2010
By admin, on dezembro 4th, 2010 O melhor jeito de não terminar com a criminalidade nos morros do Rio de Janeiro é realizar uma operação militar com mais de mil policiais para prender e matar traficantes numa favela.
Será possível que as autoridades ainda não tenham entendido que a invasão das favelas só cria mais ódio e só serve para matar inocentes? Claro que entendem muito bem. Nós é que não entendemos a real intenção delas, pois, na verdade, o objetivo dessas incursões militares não é prender traficantes, mas amedrontar as populações pobres que aí vivem.
Trata-se da criminalização da pobreza. É preciso aterrorizar os pobres para que não tenham a menor veleidade de reclamar contra seu lastimável estado.
Agora a violência ficou ainda pior: a Polícia criou uma tropa de ocupação – as UPPs.
Quem assistiu ao filme “Tropa de Elite 2” não tem a menor dúvida de que a maior causa da violência urbana é, na verdade, a corrupção policial. Parece incrível que, após a denúncia do deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), o governo tenha coragem de montar uma operação bélica que, segundo os dados fornecidos pelas próprias autoridades, já matou 32 pessoas. Bandidos? Qui lo sa? Se forem bandidos, pode?
Na campanha eleitoral, propus uma forma razoável. Primeira medida, realizar uma reforma agrária, a fim de despressurizar o ambiente. Simultaneamente, legalizar o uso da maconha (não se trata de liberação geral, mas de controle da atividade pela Justiça, pelo Estado e não pelo tráfico); educar os policiais (corrompidos pela ditadura militar); e estabelecer conselhos de segurança dos bairros, colocando-os como supervisores de policiamento civilizado. Em vez de camburões e tanques da Marinha, policiais a pé, percorrendo os morros permanentemente, e dotar os conselhos de atribuições que incluam a avaliação dos policiais para efeito de promoção.
Uma vez estabelecido esse sistema, colocar a Polícia com todo rigor em cima dos traficantes de drogas químicas, que causam dependência e são produzidas por altos capitalistas, pois a atividade serve para lavar dinheiros escusos.
Fora daí estamos girando em falso. A violência apenas chama violência dobrada. Nessa espiral, os que sofrem são os trabalhadores, transformados em alvos das balas perdidas.
By admin, on dezembro 4th, 2010 Luiz Araújo, especialista em políticas de educação, comentou em seu blog nesta sexta-feira uma matéria do Estadão que relata a intenção do governo federal de incluir meta de aumento real do valor do piso salarial nacional do magistério. A intenção é chegar a 3 mil reais em 10 anos.
A matéria diz:
“O Plano Nacional de Educação para 2011-2021, que o governo está terminando de desenhar, trará ao menos uma proposta que promete incomodar Estados e municípios e criar uma briga no Congresso: o reajuste real, previsto em lei, para o piso dos professores. Hoje em R$ 1.024,67, o piso, aprovado em 2008, ainda é considerado baixo pela União, mas quem paga a conta, prefeituras e governos estaduais, julga o valor atual alto”.
Muitos prefeitos e políticos sem visão estratégica sobre o valor da educação ficarão incomodados. Mas a verdade é que esta estratégia é somente um pequeno passo no sentido de restituir a dignidade e a relevância social do magistério.
Para Luiz Araújo, a questão que deve ser debatida é: quanto de recurso a União pretende dispor para auxiliar estados e municípios a não somente pagar o piso, mas também conceder aumentos reais no decorrer dos próximos anos?
“O debate do piso deve estar atrelado a como o Estado Brasileiro vai se organizar para elevar os gastos educacionais para patamares que permitam incluir milhões de alunos que se encontram fora da escola e, ao mesmo tempo, pagar salários dignos para os professores”, afirma Luiz Araújo.
A valorização funcional dos docentes é um dos pilares para a necessária revolução educacional em nosso país. Por isto o Plano de Carreira do magistério casa-branquense (apesar da oposição de alguns vereadores e políticos locais) é um marco no sentido de investir no profissional que educa as novas gerações.
Em Casa Branca, agora não é mais necessário bonificar o docente para alcançar os 60% de recursos do FUNDEB gastos com salários. Alcançamos a marca de 80% do dinheiro investido no docente.
Veja mais no Blog do Luiz Araújo.
By admin, on dezembro 3rd, 2010 A gestação de uma nova vida é sempre um momento especial de toda a família. Receber a graça de uma nova vida é uma responsabilidade para todos.
Também deve ser uma responsabilidade do Poder Público. A vereadora Fernanda Malafatti continua reivindicando junto aos responsáveis que assumam a sua parte na acolhida das novas vidas que chegam ao nosso meio.
Veja iniciativas para defesa da gestação:
Indicação 31/2010
A vereadora está insistindo com o Prefeito e o Departamento de Saúde que o atendimento público assegure à gestante que o mesmo médico que acompanhe as consultas do pré-natal seja responsável pelo procedimento do parto. Esta medida ajuda na confiança da mãe e da família neste momento delicado da vinda de um bebê. Não é possível que questões burocráticas impeçam este medida de acontecer!
Requerimento 48/2010
A vereadora solicitou informações sobre o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Casa Branca aderiu a este programa a uma década,. Toda gestante tem direito às consultas médicas, exames laboratoriais, ultrassonografia e, ainda em Casa Branca, deve ser atendida pela nutricionista e fonoaudiologia.
Se alguma gestante não tiver acesso a todos os seus direitos, procure-nos!
By admin, on agosto 29th, 2010 A JUSTIÇA do Estado de São Paulo decidiu pela condenação do vereador e ex-prefeito de Casa Branca, Sckandar Mussi (PP) na ação que o Ministério Público Estadual moveu contra os contratos administrativos 01/04 e 73/04 com a empresa de coleta de lixo J.Gregório Serviços Ambientais Ltda.
A condenação, proferida no último dia 24/08/2010 condenou os envolvidos a ressarcimento integral aos danos promovidos ao erário público, a multa civil no valor estipulado, à proibição de contratar com o Poder Público e, ainda, NA SUSPENÇÃO DOS DIREITOS POLÍTICOS POR TRÊS ANOS.
REJEIÇÃO DAS CONTAS DA GESTÃO SCKANDAR 2006
Esta condenação veio exatamente três semanas após os vereadores casa-branquenses aprovarem mais um relatório do Tribunal de Contas do Estado rejeitando a prestação de contas referente a administração do ex-prefeito e atual vereador Sckandar Mussi (PP).
A vereadora Fernanda Malafatti (PSOL), juntamente com os vereadores Zeca Vilela (DEM), Silvio Cláudio (DEM), Silvio Borri (DEM), Ribeiro (PSDB), votaram pela aprovação do parecer e rejeição das contas do ex-prefeito.
No entanto, os vereadores Sandoval (PMN), Zilda (PSDB), Carlos (PP) e Claudenir (PP) votaram contra o Tribunal e defenderam a gestão Sckandar em 2006. Após a votação, o Presidente da Casa publicou o Decreto Legislativo com a segunda rejeição do ex-prefeito neste ano, já que anteriormente foi votada e rejeitada a prestação de contas referente ao ano de 2007.
By admin, on julho 21st, 2010 Frente às ameaças aos militantes do PSOL de Mococa que se empenham em exigir as necessárias apurações na CPI da Câmara Municipal, o Diretório Estudal do PSOL emitiu sua nota de apoio e solidariedade. Divulguem.
Nota de Apoio DIRETÓRIO PSOL SÃO PAULO
Para nós do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL, a ética na política e o cuidado com o bem público, são princípios que não podem faltar aos gestores públicos. Por isso quando há denúncias e ou evidências de que esses princípios foram quebrados defendemos apuração rigorosa e punição de eventuais culpados.
O PSOL na cidade de Mococa, respeitando o posicionamento partidário, está agindo em defesa da população mocoquense e exigindo apuração total e irrestrita das denúncias públicas que estão documentadas na Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal da cidade, denominada de CPI do Curió.
O PSOL local neste processo conta com apoio incondicional e acompanhamento do Partido no Estado de São Paulo que não admitirá constrangimentos ou ameaças a nossos militantes na cidade. Refutamos esta prática da direita coronelista que se acha dona do patrimônio público e por isso se nega a dar explicações sobre suas práticas.
Paulo Búfalo (Secretário Estadual de Direitos Humanos do PSOL pelo Partido Socialismo e Liberdade – PSOL São Paulo”)
By admin, on julho 18th, 2010 Os casos de sucessivas formas de violências contra as mulheres divulgadas pela imprensa devem provocar-nos para uma reflexão essencial.
Leia o artigo de Frei Betto aqui.
By admin, on julho 18th, 2010 Confira a entrevista do candidato a Governador do PSOL, o Professor e engenheiro Paulo Búfalo, concedia à TV Estadão. Veja na página do PSOL – SP.
Veja a Entrevista
By admin, on julho 14th, 2010 Mais uma vez a Câmara Municipal não conseguiu votar um projeto de interesse do município por problemas na elaboração dos projetos que o Prefeito envia ao Legislativo.
O projeto que concede, de forma atrasada, o reajuste de 18,66% aos servidores que ainda não foram beneficiados, não pode ser apreciado. O projeto possuia ambiguidades legais.
Os vereadores mais uma vez precisaram solicitar que o Poder Executivo estudasse melhor o texto apresentado para que, finalmente, possa atender os interesses dos munícipes.
A vereadora Fernanda Malafatti espera que o adiamento imposto pelo problema no texto legal não prejudique ainda mais os servidores municipais.
Vale ressaltar que o Departamento Administrativo da Prefeitura deve estar atento para reduzir tais equívocos que prejudiquem o bom andamento dos trabalhos do Poder Legislativo do município.
By admin, on julho 12th, 2010 Com o final do torneio mundial, val a pena refletir com o Hip Hop do grupo “A Família”. Afinal, depois de tanto sucesso econômico dos empresários do esporte, vale a pena a solidariedade internacional com os povos de um continente cravado com a marca da exclusão resultante da sua história e da globalização neoliberal.
Não se esqueça da África, depois que a Copa acabar. Confira:
veja o vídeoclique
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