Programa Nacional do PSOL 2010

 

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97 Comentários

  • Muito bom, como sempre. O PSOL está começando a ter visibilidade, e no que depender de mim, terá cada vez mais.

    Por um Brasil justo, honesto e humano.

  • Parabéns aos compas que estiveram à frente da produção e direção do programa – Pedro, Edson, Bia, Luiz Arnaldo, Portuga (sei que tem mais gente, mas não sei os nomes). O programa foi muito bom, dentro das dificuldades que vivemos e de um momento de debate político ainda em aberto, o que não permite uma afirmação concreta para as disputa de 2010. O programa conseguiu dar seu recado, mostrou identidade política e o diferenciou o partido. Sabemos que vamos enfrentar uma disputa muito difícil, que vem aí um verdadeiro rolo compromessor na tentativa de se fazer uma campanha falsamente polarizada, mas como dissemos, sem que haja disputa de projetos e sim a manutenção dos interesses daqueles que sempre usurparam os direitos do povo.

  • Coragem de bater de frente com o Lula, mesmo com toda essa popularidade. Parabéns ao PSOL. Enquanto todos tratam de mitificar esse governo, mesmo a oposição de direita.

  • o primeiro minuto da propaganda é excelente, deixando bem claro contra o que o PSOL veio: contra a mesmice do PT e PSDB.

    novamente, insiste-se em um discurso estranho pela HH: listagem dos princípios da administração pública e das sanções à corrupção são soporíferos; que mensagem se quer passar com “continuamos na luta, ao lado de mulheres e homens que não aceitam a barbárie de crianças e adolescentes arrastados como mão de obra escrava pelo crack”? o final menos formal, apesar da música de fundo, acho que deu espaço para o carisma da HH.

    as falas dos grandes nomes dos partidos foram boas, especialmente freixo e chico alencar.

    de novo, acho que se deveria (1) ousar com novos padrões, substituindo o talking heads, e (2) insistir em propostas claras (“acabar com o cartel dos bancos e spread absurdo” é uma unanimidade que certamente galvaniza mais atenções, por exemplo) com menos palavras de ordem (“direitos”, “solidariedade”, “educação” etc.), e (3) dar maior atenção aos jovens.

    de qualquer forma, achei muito melhor do que o anterior e, no geral, muito bom. parabéns a todos os compas envolvidos!

  • Até acreditava que algum partido era melhor que outro, mas vi um político Raul Marcelo falar em rede televisiva que: os mesmos que condenam destruição de pés de laranja são os mesmos que não condenam tratores passando sobre casas, achei um absurdo tal pensamento, esse não pode ser meu representante, dstruir o que é dos outros como praga, ervas daninha, além do que laranja é coplemento aimentar, se exporta, construir em area de reserva de mananciais, ou areas invadidas, novamente invadir popriedade alheia, e acham isso normal, daqui a pouco vão querer dormir com nossas esposas e vão achar muito nomal, com licença senhor político, tô fora!!!

  • Prezado Assad,

    O que o deputado estadual Raul Marcelo destacou, sem nenhum equívoco, é a hipocrisia da grande mídia e de políticos que fizeram um mega escândalo com os pés de laranja (em terras griladas, o que ninguém falou) mas que não se sensibilizam com a fome, a miséria, a violência contra os trabalhadores,inclusive quando suas casas são derrubadas.

    Márcio Bento – Da Executiva Estadual do PSOL

  • Só não gostei de logo após a propaganda partidária ter falado sobre os bancos, o Jornal Nacional ter noticiado um acordo entre bancos governo em favor dos aposentados.

  • Caros companheiros!

    Muito bom o programa produzido pelo coletivo do Psol. Senti falta do companheiro Plinio de Arruda Sampaio e das imagens do Congresso Nacional do Partido com o movimento maravilhoso da juventude do partido. Achei que as falas foram muito bem construidas e discordo do companheiro que critica as colocações do Deputado Raul Marcelo, acho até que o companheiro deveria procurar saber mais sobre o movimento (mst) para depois emitir posicionamentos com fez.

    Um grande programa de um grande partido (em construção).

    Parabéns!
    Saudações socialistas;

    Fernando Borges (Psol- Taubaté)

  • MUITO RUIM, DO PONTO DE VISTA DA AFIRMAÇÃO DO PROGRAMA DO PARTIDO, UMA LINGUAGEM POPULISTA, FALTA UM FOCANDO NA “CHAMADA QUALIDADE DE MELHORIA DA EDUCAÇÃO SAÚDE ETC.”TODOS OS OUTROS FALARAM O MESMO, UM LADO BOM FOI “UM NOVO PARTIDO CONTRA A VELHA POLITICA” É UMA COISA BOA,MAIS EM GERAL FOI “FRACO”.

  • Prezad@s

    Acho que o programa ficou ainda muito centrado em dizer que o PSOL não é igual aos outros e pouco em dizer o que realmente é. Um partido precisa se afirmar pelo que ele defende e nao pelo que ele difere dos demais. Isso é muito pouco e acaba passando uma mensagem que la na frente (quando se esta no poder) todos sao iguais. O discurso da HH nao foi bom, reproduziu (como quase sempre) velhos vicios da politica. Por exemplo, justificativa de nao ser candidata a presidente foi terrivel, aquele argumento do “servir meu estado” serve para os coroneis que usam “seus estados como currais eleitorais” e nao para quem quer ter novas formas de se pensar e fazer politica. As falas do Chico Alencar e do Joao Alfredo foram falas politicas boas.
    Sei que 10 min é pouco tempo, mas acho que devia ser usado mais no sentido do que se defende e menos em dizer o que não se é.

  • Pq o programa ta tao centrado no discurso da corrupção? Pq se focou mais na corrupção q na reforma agraria, urbana e sindical?

    e pq o discurso da companheira heloisa helena ta tao focado em como o socialismo é um poderoso instrumento de combate a corrupcao? até ai o fascismo tb foi um poderoso instrumento de combate a corrupcao na italia…

    cuidado companheiros, este tipo de discurso moralista (e pequeno-burgues) nao constroi contra-hegemonia…

    espero q ele nao se repita nas eleicoes…

    saudações na luta
    aldo

  • Eu prestei bem atenção mas não consegui entender a postura ou posição do PSOL referente à proximidade das eleições presidenciais nesta conjuntura de guerra e alinhamento dos poderes à ofensiva do capital sobre o trabalho e a natureza.

    O comportamento ético até que foi bem defendido, ilustrado pelos rerepetidos abundantes adjetivos.

    Mas quem entende um programa para o país que não passa muito de moralidade, acusações e vigilância ?

    Aos espectadores motivados restou concordar com a cabeça, e depois erguer os ombros pensando: – Sei. Mas… e aí ?

    Quanto a presença do setor majoritário no RS, achei exagerada para um programa nacional, pois falou a Deputada Federal nominando o trio ela mesma, um vereador e um dirigente sem nenhuma projeção em qqr movimento, mas presidente estadual. Nessa condição, por que cargas política precisou ser citado ? Parece que por acompanhar os parlamentares nas mesmas esfriadas denúncias… paroquiais !

    Quanto ao partido nacionalmente, só pude perceber a negativa de participação nas eleições presidenciais e a auto-referência à perseguições da vereadora presidenta do partido. E eleições, sim: Eleições nas Alagoas.
    Então não entendi mais nada: Que país é êsse ?!

    Outra coisa: pareceu um partido só de parlamentares indignados com a corrupção onde deveriam agir …

    O eleitor: Sim. Mas… e aí ? Todo mundo em clima de eleições presidenciais: quem estão lançando ou apoiando afinal ? Dilma ? Marina ? Ciro ? Erundina ? Zé Maria ? Alagoas ?

    Os excluídos da mídia e os olvidados, como o Plínio, por óbvio não serão lembrados.

    Copyleft. xxxxx xxxxxxxx. All rights reversed. Copia livre !

  • Gostei do programa, principalmente por destacar a diferença entre o PSOL com o PSDB e PT (entre estes dois, hoje realmente não há diferenças).
    É muito importante mostrar para o povo, o que o PT (Lula) disse que faria e não fará.

    Abraços,

  • O TEMPO FOI MUITO PEQUENO PARA SE FORMAR UMA OPINIÃO MAIS CLARA SOBRE AS ASPIRAÇÕES DO PARTIDO, MAS O QUE VI CONDIZ COM O MEU PENSAMENTO DE NOS AFASTARMOS DE GOVERNOS POPULISTAS QUE SÓ PENSAM NOS VOTOS DOS CIDADÃOS E NOS CONCENTRARMOS NAS INSTITUIÇÕES. SÃO ELAS QUE DEVEM SER RESPEITADAS E COBRADAS E NÃO FICARMOS DISTRAÍDOS COM POLÍTICOS QUE FAZEM DE TUDO PARA APARECER, VISANDO A PERPETUAÇÃO DE PODER.

  • Caros Companheiros,alguns pontos críticos:
    1 – Reafirmação do caráter socialista do PSOL com uma clara definição de alianças táticas (eleições 2010) e estratégias para cumprir seu programa de transição;
    2 – Encarar o ano de 2010 com exposição de CANDIDATOS à Presidencia, Vice , Governos e Senadores em Estados Chaves, principalmente DISTRTITO FEDERAL, claramente em vácuo de poder. Lamentavelmente ninguém do DF apareceu.
    3 – Enfase maior na critica aos erros do Governo:
    Politico – Aliança com oligarquias do PMDB
    Economico – Aliança com grande capital financeiro e eletromecanico do país em detrimento das pequenas e médias empresas do campo e da cidade, do associativismo empresarial e da industria nacional enfraquecida com o cambio supervalorizado.
    Cultura – Abandono das iniciativas culturais mais populares em favor de montanhas de dinheiro em publicidade para a grande mídia televisiva.
    4 – Aproveitamento de grandes nomes do Partido como Plinio de Arruda Sampaio e outros ícones politicos e intelectuais do socialismo no país, literalmente abandonados dentro do Partido.

    Mas de qualquer forma, não deixou de ser um marco na vida do Partido e um alento ao seu crescimento.
    PAULO TIMM –

  • Sinceramente, eu não gostei do programa do PSOL. Vocês não tem um bom publicitário pois o programa não parte para encorajar e esperançar os eleitores, o programa faz o tipo de que ataca todo mundo. Vocês escolhem seus adversários, miram e atiram contra eles e ainda dizem que “há uma disputa pelo poder”, vocês estão na disputa. Se fizessem um programa encorajador, sem descer a lenha nos outros, talvez fosse melhor.

  • Na função de Educador, e pagando pedágio para trabalhar no governo serra, faltou dar ênfase a esse assunto, inclusive estou a disposição pra fazermos uma matéria. Desloca da cidade de miracatu e pago pedágio antes da escola de miracatu, que está localizada em um bairro de miracatu. Mas tirando essa observação foi ótimo o programa, e pode contar com meu apoio. Trabalhão, Pão e Cultura

  • Eu achei o programa pode se dizer bom, más continuo achando que o PSOL erra quando critica o Lula e o PT, principalmente a companheira Heloisa, parece que ela tem é um recentimento muito grande e não faz o Debate politico que o Partido deveria apresentar, ainda acho tambêm que os companheiros do PSOL esta bringando na trincheira errada, falaram do Lula, do PT, do PSDB e esqueceram de falar do Serra, este sim é o verdadeiro atraso e cancer no Brasil, ainda queria saber porque não foi falado sobre a possivel coligação com o PV de Marina de Souza que aqui em SP apóia Kassab do DEM e Serra do PSDB.

  • Fiquei feliz por termos pego logo de começo a falsa polarização PTXPSDB! Que bom que voltamos a ser duros na oposição de esquerda a LULA, pelo menos no programa de TV!

    Temi que não aparecesse nada sobre a reorganização sindical! Apareceu, mas sem nenhum quadro do partido convocando! Demos pouca importância a um processo tão importante, um processo que é uma vitória nossa!

  • O programa foi bem acima da média. No entanto, a fala de HH dizendo que não é candidata e nenhum pronunciamento sobre candidatura própria do PSOL, apenas reforça a idéia de que o PSOL não terá condidato em 2010.

    Faltou a presença de uma das figuras mais notavéis do partido (muito mais que o Martiniano, por sinal), Plínio de Arruda Sampaio.

    Por fim, foi boa a aparição do Yuka, no final… Partido de Massas…

  • Uma pergunta básica em vésperas de eleições: QUAL É O PROGRAMA DO PSOL PARA O BRASIL EM ANO ELEITORAL? SE HH NÃO É CANDIDATA A PRESIDENTA, ENTÃO QUEM É QUE O PSOL VAI APOIAR PARA REPRESENTAR NOSSO PROGRAMA ELEITORAL?
    Ficou até parecendo que o PSOL não tem pré-candidatos e que essa preocupação nem passa por nossas cabeças ainda, o que não é verdade.
    Foi péssimo não ter incluído uma aparição de Plínio no programa de TV, não só por ele ser pré-candidato, mas porque ele dialoga com movimentos sociais importantes (pastorais, MST…)
    Pra não ficar só nas reclamações, gostei da aparição de Marcelo Yuka. Foi uma super sacada, o cara tem a cara da juventude e da contra-cultura.
    Rejane Cruz
    PSOL/SP

  • Companheiros,

    Permitam-me um registro negativo? O programa teve uma roupagem elitista que não avança no Projeto maior, a meu ver, o alcance e penetração na classe C e D da população.Há bastante tempo espero uma atualização na grade dos programas eleitorais dos verdadeiros partidos de esquerdas e estamos pecando aí.

    Espero novos dias.

  • Achei o programa do PSOL muito igual o dos demais partidos a mesmice de sempre,paU no governo e pouco falar da verdadeira alternativa socialista .
    entendo que o companheiro Edimilson Rodrigues seria o nome para a abertura do programa pois, com certeza daria o gás necessário a nossa militancia para a campanha vindoura e reacenderia com toda certeza em muitos o sentimento e o orgulho de sermos comunistas.

  • Muito bom o programa. Formato e clima bem sucedidos. Creio que agradou e prendeu a audiência. Politicamente, porém, acho que além de ressaltar os traços comuns aos governos FHC e Lula, que, de fato, amarram estruturalmente as conquistas democráticas e socialistas do povo brasileiro, o partido deveria reconhecer aspectos positivos do Gov. Lula. Em política, a pondera~ção é sempre importante.

  • muito bom.esta sem dúvida tem que ser a nossa marca: a diferença na igualdade pt/psdb. agora é só não esquecer o principal do que falta; abrir se para o diálogo interno para construir uma proposta que nos permita sair à rua. saudações libertárias.

  • cadê o Plínio de Arruda Sampaio no programa? Colocaram o Martiniano que ninguém no Brasil conhece e não colocaram o Plinião. Não sou filiado ao Psol, mas que desrespeito com o Plínio. Com uma biografia dessas, pena…

  • Enquanto critica achei um discurso que não cola mais, nada propositivo, sem contribuir para a população fazer uma analise política da situação.

    Com relação a Heloisa Helena, achei uma falta de compromisso político da parte dela. Ser Senadora é cômodo e financeiramente viável. O PSOL VAI PERDER A OPORTUNIDADE DE SE CONSOLIDAR POLITICAMENTE

    ABRAÇOS

  • O atual cenário político no Brasil está levando ao descrédito toda pessoa que porventura venha a se candidatar a qualquer cargo público, tamanha é a lama onde os homens do poder público estão mergulhados. Frente a essa situação a opção de voto de grande parte da população é o voto nulo, a fim de se preservar um restinho de dignidade que ainda possuem. Porém, sempre ficamos na expectativa do surgimento de alguém que realmente seja honesto nas propostas e que tenha amor à Pátria e aos semelhantes o suficiente para falar sério, e não se corromper diante da sensação de poder. Mas o que se vê há anos são apenas palavras jogadas ao vento, muito bem manipuladas para enganar trouxa. Muito blá, blá, blá inconseqüente que estamos cansados de ouvir. De qualquer forma assisto a todos os programas políticos.
    Com relação ao programa do PSOL, ontem na TV e que assisti novamente no site, achei-o muito bom, exprime bem o pensamento de muitos brasileiros, porém, na hora de tirar um 10…vem a grande decepção. As palavras do “nobre” deputado Raul Marcelo mostram, com muita força, a proposta subliminar do partido. Ora, vocês estão falando de coerência, garantia dos direitos e defendem invasão de terra. Isso é usar dois pesos e duas medidas, como fazem os governos que vocês criticam. Vocês então falam em governo igualitário e fraterno para TODOS, mas pensam em governar apenas para alguns, que vocês acham que merecem.
    Sou a favor da reforma agrária sim e com certeza, porém que seja feita de maneira civilizada e justa.
    Penso que TODOS os cidadãos desse país devem ter SEUS REAIS DIREITOS PRESERVADOS e um governo tem que se comprometer a garantir isso para todos, daí a justiça. Invasão de terra é crime gente, é roubo, é destruição de patrimônio particular cuja preservação deve ser garantida. Qual é gente, todo rico é bandido? Vocês acham que uma pessoa que trabalhou durante anos 20 horas por dia para fazer um patrimônio é bandido? Essa atitude de defender invasão de propriedade PRIVADA é muito suspeita. Quem não é miserável nesse país tem que botar as barbas de molho e se cuidar então no caso de seu candidato a presidente ganhar a eleição.

  • SINCERAMENTE, NO MEU PONTO DE VISTA O PROGRAMA FOI ÓTIMO SE O PUBLICO FOSSE APENAS PESSOAS POLITIZADAS, POREM COMO ERA UM PUBLICO GENERALIZADO, ACREDITO QUE NÃO ATINGIU A GRANDE MASSA QUE ASSISTIU, PRINCIPALMENTE HELOISA HELENA USOU UMA LINGUAGEM MUITO TECNICA…..ACREDITO QUE SERIA MELHOR APROVEITADO SE TIVESSE ALEM DAS FALAS, IMAGENS COMOVENTES QUE TOCAM MAIS AS PESSOAS, INFELIZMENTE A REALIDADE BRASILEIRA NÃO NOS PERMITE FAZER UM PROGRAMA IDEOLOGICO DA MANEIRA QUE FOI.

    ABRAÇOS A TODOS, DEIXO MEU ENDEREÇO DO ORKUT PARA QUE OS COMPANHEIROA POSSAM POSTAR OBSEVAÇÕES

  • Em comparação com os programas anteriores do PSOL este foi, sem dúvida, um bom programa – na forma e no conteúdo.
    Politicamente, no entanto, a ausência do camarada Plínio já mencionada aqui por outros companheiros e companheiras(especialmente após o trecho que fala na reforma agrária, sendo ele um dos principais quadros do PSOL e presidente da ABRA – e não apenas o pré-candidato à Presidência) certamente foi uma importante derrapada que cobrará seu preço junto aos movimentos sociais.
    O mesmo pode ser dito em relação à ausência do programa da campanha em defesa dos companheiros do PSOL que são dirigentes do MTL em Minas Gerais e estão sendo brutalmente criminalizados.
    É importante que essas questões sejam debatidas e avaliadas para impulsionar o partido à frente. Não como luta política interna e mesquinha, mas para que possamos aproveitar os espaços que a “democracia” burguesa nos permite da melhor forma possível.
    Saudações,

  • Muito ruim, pois não declarou oficialmente que irá apoiar a candidatura de Marina Silva do PV, que por sinal se ela não subir nas pesquisas Marina poderá apoiar Jose Serra.
    Ja pensou? uma chapa MARINA SILVA E JOSE SERRA COM HELOISA HELENA SENADORA?? LASTIMAVEL
    PV – PSDB – PSOL

  • Olá comp@s…
    Foi um programa muito melhor que o anterior.
    Deslizes pontuais na fala de Heloisa Helena como sempre cheia de adjetivos, personalista e de pouca política.

    Muito boa as participações do Freixo, do Raul Marcelo e do Giannazi.

    Senti muito a falta do Plinião e de militantes ligados a lutas e movimentos sociais.
    Talvez num próximo.

    Abraços libertários a tod@s!

  • Caros do PSOL,

    O programa foi bem feito, as falas bem claras (embora não exatamente inteligíveis pela média do eleitorado, mas comento isso daqui a pouco) e bem editado. Em termos “formal-estilísticos”, o senão fica por conta de Heloísa Helena, que possui uma voz estridente e irritante – paradoxalmente, quando ela procura ser mais comedida e pausada, aí fica mais irritante, talvez por não ser muito convincente (explicando: ela própria parece não gostar muito de ter que se ajustar a este modelo de oradora mais pausada e suave).

    Portanto, se é para aturar a estridência e o ruído da fala de Heloísa, talvez seja melhor deixá-la “ao natural”, como quando ela falava na tribuna do senado – ali a raiva dela manifesta contra os corruptos e as elites tinha uma aparência de maior sinceridade, exatamente porque estava adequada à postura que ela de fato quer adotar contra a injustiça. Como ela não deve ver sentido em atacar os corruptos e as elites falando pausadamente, que deixem-na então soltar os cachorros no máximo de sua virulência. Fica mais autêntica.

    Sobre o discurso dos políticos do PSOL no programa, ele está claro demais – mas para mim, que sou um acadêmico, estudioso das coisas da política, da economia e da sociedade. Fico me perguntando, porém, o quanto de tal discurso alcança e faz diferença realmente no imaginário do grande público.

    O discurso contra a corrupção é bacana e tem boa aceitação. Já as “propostas” (entre aspas, já que quase sempre são motes surrados falados desde os tempos de Lênin e dos bolcheviques), estas – é impressão minha – parecem ser ao mesmo tempo simplistas e abstratas.

    QUem busca no discurso do PSOL propostas concretas fica frustrado com o simplismo com o qual tantas questões são atacadas (por exemplo, o próprio modo de governar: como o PSOL espera governar, se se acha o único paladino da moral enquanto todos os demais partidos são iguais, corruptos etc. Devemos, os eleitores médios, achar que o PSOL vai conseguir operar sozinho as instituições políticas formais – Congresso, Executivo etc?)

    E quem busca entender o discurso do PSOL deve voar bastante nas abstrações típicas de “intelectuais” de esquerda: o capitalismo, a burguesia, as elites, o FMI etc etc. Abstrato demais, quase ninguém entende. E, se não entende, vai ser convencido como?

    Ou seja, o PSOL quer convencer o eleitor/cidadão/trabalhador do quão corretas e coerentes com a classe trabalhadora são suas propostas. Mas como vai convencer, se usa uma linguagem repleta de termos e conceitos abstratos demais para o indivíduo comum?

    Portanto, o discurso político/midiático do PSOL peca em duas frentes. O eleitor/cidadão/trabalhador médio é inteligente e pragmático o suficiente para desconfiar do simplismo das propostas (dizem que vão fazer reforma agrária, mas COMO???), mas não é tão culto (politicamente) para compreender a essência dos argumentos do PSOL – que a luta política tem como fundo uma crítica ao capitalismo e à sociedade de classes etc.

    E suspeito que o discurso do PSOL é deficiente porque seu conteúdo é deficiente. É um conteúdo que prioriza os fins – justiça social, igualdade etc – em detrimento dos meios – COMO efetivar tais coisas num mundo capitalista, repleto de outros partidos, de multidões que pensam de outro modo, de instituições políticas diversas, complexas, heterogêneas, complicadas.

    E o conteúdo é deficiente porque a visão de mundo (teórica, ideológica, estratégica) é deficiente. Aparentemente vêem o mundo de forma dicotômica: são os socialistas contra os anti-socialistas, os defensores da classe trabalhadora contra os opressores da classe trabalhadora. São como um reflexo invertido do Bush jr. (“se não estão conosco, estão contra nós”). O Bem (trabalho) contra o Mal (capital).

    O resultado de tal visão de mundo é, em primeiro lugar, o gueto, o (auto)segregacionismo, o isolamento político. E, em segundo lugar, após anos de murros em ponta de faca, se frustram, se cansam e resolvem desbundar totalmente. Foi o que aconteceu com vários quadros militantes do PT, que, da extrema-esquerda passaram-se para a direita liberalizante.

    Sugiro que o PSOL pare com esse modo juvenil e irresponsável/des-responsável de fazer política (quando jovem, radical, incendiário e inconsequente; e depois de velho, pragmático, conservador e cínico) e que reformule esse dicotomismo com o qual enxerga as coisas do mundo.

    Se assim fizer, poderá reformular a sua visão de mundo, passando uma imagem de quadros políticos mais consequentes, responsáveis e sérios. Enfim, buscando temperar o idealismo socialista com movimentos efetivos, sem perder o senso de realismo.

    Porque do que a sociedade brasileira precisa é de um partido socialista efetivo, republicano e de massas (então tem que ALCANÇAR AS MASSAS, e não se faz isso com discurso hermético, simplista e abstrato), e não de mais uma seita política irrelevante (a exemplo de coisas como PSTU, PCO, PCR, LBI etc) e portanto inútil para a causa socialista.

    Saudações

  • Adorei ……….estão de parabens !!!

    Mostrar p os brasileiros a realidade dos administradores políticos corruptos existentes no poder público onde são bem remunerados para exercer suas funções no poder público ,sendo nomeados ou eleito pelos brasileiros para representá-los e se aproveitam do abuso poder para se afortunarem em nosso país rico com uma pobreza de conciências ,
    e vou mais além todos os roubos e os maiores ladroes do nosso pais estão no nosso congresso nacional pois tb é manipulado pelo executivo p inocentar e arquivar todos os processos através dos Ministros nomeados do supremos tribunal federal e inocentando ss falcatruas dos politicos ladroes e corruptose formadores de quadrilheiros da cúpula e do apoio ao governo e aliados

  • É compreensível a cobrança dos apoiadores da pré-candidatura de Plínio sobre sua ausência no programa. Sem dúvida é uma das lideranças mais importantes do PSOL. Mas também ficaram ausentes outras lideranças expressivas e que também poderiam ou podem ser pré-candidatos a presidente pelo partido como o Edmilson Rodrigues (ex. prefeito de Belém), o Milton Temer (histórico militante comunista e ex. deputado federal pelo Rio) e o aguerrido Babá. São 10 minutos, tão somente 10 minutos. O fundamental é saber se o programa conseguiu avançar na trincheira de abrir caminhos para os socialistas, de romper com a falsa polarização e as tentativas de nos espremer entre a velha direita e o pragmatismo de Lula. Se ajuda a fortalecer a imagem do partido como alternativa. Essa que é a questão central que temos que discutir, como juntar forças para disputar 2010, como ter uma candidatura de fato relevante, que não sucumba ás regras de um jogo que para nós sempre será adverso e que não seja tragada pela pressão oportunita, inclusive a de gente de esquerda como um Emir Sader da vida no voto útil do mau menor. Acho que o programa, dentro das nossas inúmeras dificuldades, apresentou um partido que tem energia e tem relevância para se apresentar ao povo brasileiro como continuador das lutas na melhor tradição socialista e revolucionária.

  • O Psol está de parabéns!
    Uma única coisa que não gostei, foi o fato de Heloísa Helena ter deixado claro que ela não virá como candidata à presidenta…

  • Caros e Caras, foi uma paresentação pífia, simplista e um tanto sem gosto & sabor.
    Um Partido que pretende ser combativo, guerreiro, de vaguarda…precisa APRESENTAR UMA OUTRA LINGUAGEM
    Parabéns as falas do Marcelo Freixo e o Raul Marcelo
    E cadê o Plinio? Pq NÃO apareceu ou deixaram de mostrar? Censura?

  • Achei um programa careta, década de 80. Uma retórica dogmática e monotemática. É possível falar da luta pelo socialismo e pela liberdade, divulgar nossas bandeiras e ainda ter uma cara mais moderna, menos apegada aos marcos da afirmação conceitual que não reverte em atração dos trabalhadores. Faltou vincular mais exemplos de impacto cotidiano do modelo adotado pelo Governo Lula sua contradições e como elas atingem o povo. E mesmo sendo uma voz dissoante, acho HH uma liderança conservadora com um discurso que remonta sim uma postura UDNista. O problema do Brasil e do mundo é o Capitalismo e não a corrupção, essa é decorrência. A parte dela ficou ridicula e reforçou sua imagem de “raivosa”.

  • Parabéns à equipe que produziu o programa do PSOL.Ficou muito bom. Devo apenas registrar, como militante e dirigente partidário, que foi um erro não incluir o DEM associado ao PSDB/PT no texto inicial do programa e não ter aberto espaço para tratar da crise do mensalão do DEM no Distrito Federal, sem dúvida, a mais grave crise política vivida pelo DEM e seus corruptos. Bastaria abrir 20 segundos para tratar desse tema com algum dirigente ou figura pública de nosso partido no DF. Uma pena!

  • Bem melhor que o anterior, o que não quer dizer que tenha sido bom. Faltou explorar lutas mais concretas, como fez o José Nery do Pará, falando de Belo Monte. Boas imagens intercaladas com a fala, fazem uma diferença… Concordo também que faltou citar o Serra e a sua horrenda política de não-educação, não poderia ter passado em branco. O Freixo poderia ter falado mais. Mas nada se compara à grave ausência de Plínio de Arruda Sampaio, este sim um símbolo do partido e da história da esquera deste país. Poderiam ter pego uns 20 segundos da já (ainda?) irritante fala da Heloísa e deixar o Plínio soletrar… Cheira censura. No geral, ainda acho que o programa não foge muito da métrica dos programas tradicionais. Um novo partido contra a velha política precisa usar novos métodos. Fora do programa, também achei infundado o comentário tradicionalista e preconceituoso de Assad contra a fala do Raul. E como já comentaram… quem são os pré-candidatos, já que Heloísa não é???

  • Veja o que o Estadão escreveu sobre o programa de TV do PSOL.
    Do Estadão é o que está entre aspas.

    “PSOL iguala PT a PSDB em programa na TV

    De Ana Conceição, da Agencia Estado:

    O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) abriu o período de propaganda partidária do ano na TV e no rádio, ontem, se contrapondo à polarização entre PT e PSDB na disputa à Presidência da República. O partido também igualou os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. “Tem muito sujo falando do mal lavado. Tem quem prefere seis e tem quem prefere meia dúzia”, ironizou a legenda.

    Com participação do músico Marcelo Yuka, ex-baterista da banda O Rappa, filiado recentemente ao PSOL, o programa criticou a ausência de reforma agrária, os lucros dos bancos e os casos de corrupção de ambos os governos.

    Comandado pela ex-senadora e vereadora de Maceió, Heloísa Helena (AL), o partido ainda criticou o governo Yeda Crusius (PSDB-RS) e o chamado “mensalão do DEM”, do governo José Roberto Arruda, do Distrito Federal, “que repetiu os escândalos do PT e do PSDB”.”

    Taí alguém que de fato entendeu o programa

  • Tem gente que fala que já deveria ter apresentado o nome a presidente, o programa de campanha. Tudo acabado, com rima e métrica. Calma minha gente, aqui não é PSTU, nem é PT onde o Lula decide quem é o candidato, tem democracia, estamos em pleno debate.

  • Recado aos camaradas,

    Na medida do possível, quem for militante do PSOL é legal esclarecer de qual região e ou movimento. Como fez logo acima nosso camarada Toninho Andrade do PSOL do DF. Isso dá mais concretude e qualidade ao debate que está sendo travado aqui. Quem não for filiado e ou não quiser se identificar de forma mais clara, fique à vontade para comentar do mesmo jeito. Este é um espaço aberto, o importante é o debate.

    Márcio Bento – da Executiva Estadual do PSOL

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