
Agradeço a todos que depositaram, de alguma forma, as suas esperanças em nossa candidatura. As eleições de 2010 foram uma verdadeira prova de fogo para o PSOL, que de maneira corajosa colocou sua militância nas ruas para enfrentar o poder do capital que tudo corrompe. Com uma campanha financiada pelos militantes e simpatizantes, o PSOL fez frente às campanhas milionárias e conseguiu reeleger alguns de seus deputados e ampliar o número de senadores. Infelizmente num país de contrastes tão marcantes, a superexposição dos candidatos é o que define o voto da maioria dos brasileiros, não seus
programas políticos. De minha parte fiquei muito contente com a votação que tive, mais ainda da mobilização e do processo de
discussão política que movimentou nossa candidatura. Sentimos que há uma grande aceitação da população que concorda com
nosso ponto de vista e que de certa maneira conseguimos estreitar os laços com as pessoas. Isso pode não ser traduzido em votos, no momento atual em que pesquisas tendenciosas determinam quem deve e quem não deve ser eleito, mas é parte de uma construção futura. Por esses motivos considero que conseguimos cumprir nossos propósitos em fazer uma disputa honesta e propositiva, possibilitando uma opção àqueles que estão descontentes com a velha política. Temos tranquilidade em afirmar que o PSOL continuará na luta política do dia-a-dia e chamamos à todos que simpatizam com nossas idéias à participarem dessa luta conosco, por um mundo mais justo e menos desigual, por uma sociedade socialista. Um forte abraço a todos que nos apoiaram e reconheceram a necessidade de mudar.
“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente.” Henfil

Professor Saulo Carvalho, participou nesta segunda-feira (27/09) do Debate on-line promovido pelo Jornal da Cidade de Bauru. Saulo respondeu perguntas formuladas pela redação do jornal, jornalistas e internautas. Questionado sobre educação, o Professor reafirmou o compromisso em derrubar os vetos presidenciais ao Plano Nacional de Educação “Sem investimentos a educação fica engessada, vamos destinar 10% do PIB em educação”. Perguntado sobre a reforma sindical, Saulo apontou o esforço do partido para construção de uma nova Central Sindical e manifestou-se contrário a projetos que pretendem extinguir com a Justiça do Trabalho. Ao argumentar sobre o combate ao Narcotráfico e a criminalidade, Saulo posicionou-se contrário às políticas repressivas, segregacionistas que criminalizam a pobreza e não resolvem o problema das drogas. Saulo encerrou sua participação reiterando a necessidade de votar nos candidatos do PSOL.
Para ver trechos da participação do Professor Saulo no Debate acesse os Links:
Apresentação| http://www.youtube.com/watch?v=TqQw9hqGjl8
Educação| http://www.youtube.com/watch?v=cHerETRRXSY&feature=related
Considerações Finais| http://www.youtube.com/watch?v=7PQIItFSeV0&feature=related

O Prof. Saulo Carvalho participou nessa última sexta-feira (24/09) do Debate organizado pela CIESP e pelo Grupo Pró-Bauru, realizado no Campus da UNESP. O Debate teve como tema as candidaturas com domicílio em Bauru e suas propostas para a cidade. Saulo destacou o potencial agropecuário da região administrativa de Bauru e chamou a atenção para a necessidade de acelerar o processo de Reforma Agrária como medida eficaz de desenvolvimento. “São mais de 50mil hectares de terras devolutas na Região esperando a Reforma Agrária” argumentou o Professor. Em outro momento Saulo levantou a necessidade de se discutir a Lei de Responsabilidade Fiscal que engessa os municípios em detrimento da Dívida Pública. O Debate foi transmitido na íntegra pela Rádio Unesp FM.

Nessa última sexta-feira (24/09) o Candidato ao Governo de São Paulo, Professor Paulo Búfalo esteve em Bauru. Paulo Búfalo concedeu entrevistas à mídia local e fez uma caminhada pelo Calçadão da rua Bastista de Carvalho, onde se concentra o comércio da cidade. Acompanhado por militantes e pelo Candidato a Dep. Federal Saulo Carvalho, conversou com eleitores e distribuiu material de campanha elencando suas Proposta para o Estado.
Paulo Búfalo visitou também a Rádio Auri Verde , os Estúdios da TV Record a TV Prevê e os Jornais Bom Dia e Jornal da Cidade.

O PSOL é um novo partido contra a velha política. Nascido da vontade de mudança, da recusa em aceitar a continuidade de um modelo onde quem sempre ganha são os poderosos, da indignação com a corrupção e mau uso das verbas públicas, da proposta de outra forma de se fazer política, não mais os acordos por cima, mas a participação popular nas decisões políticas.
Em pouco tempo essa disposição deixou marcas na vida política nacional. Foi assim na luta contra a corrupção, na CPI do mensalão, nas denúncias e pedidos de cassação de Renan Calheiros e José Sarney. Na luta em favor do Projeto Ficha Limpa. Na luta pela CPI da Dívida Pública.
Em cada votação no Congresso Nacional, o PSOL tomou partido em defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo. Isso orientou nossas propostas e votações em defesa dos aposentados, da educação e da saúde públicas, do meio ambiente. O PSOL foi também a pedra no sapato daqueles que querem privatizar ainda mais os serviços públicos, cassar direitos trabalhistas e deixar ainda mais desprotegidas nossas florestas.
Essa luta precisa continuar. O povo brasileiro precisa de um partido e de deputados que fiscalizem a máquina pública e as maracutaias dos poderosos. De parlamentares que não tenham medo de enfrentar os grandes esquemas e que façam de seus mandados tribunas em defesa das lutas populares e do povo. Isso o PSOL já faz, mas precisa de seu voto para continuar fazendo.
Do site: http://www.xinguvivo.org.br/
O PSOL é contra a construção da Usina de Belo Monte, que irá causar impactos socioambientais irreversíveis, resultando no deseparecimento de florestas e povoados inteiros.
São crianças, anciões, pais e mães indígenas que ficarão sem sua Terra Tradicional! Além dos povos indígenas afetará ainda a vida dos ribeirinhos, populações extrativistas e agricultores familiares que ficarão sem água, peixe e meios de transporte. Serão 668 quilômetros quadrados inundados! Milhares de animais e vegetações serão exterminados!
Apóie esta causa assinando a petição on-line

O candidato do PSOL à Câmara dos Deputados por Bauru, Saulo Carvalho, aposta na conscientização da população e no poder de convencimento para conseguir votos suficientes para sua vitória. Saulo garante que não tem ilusões e sabe que se trata de um desafio difícil, mas não impossível. Por isso, não faz uma campanha “de mentirinha”. “A minha candidatura é para valer. Se não, eu não teria saído candidato”,afirma. Nesta eleições, na avaliação do professor Saulo Carvalho, um dos grandes desafios é a politização da população que, em muitos casos, precisa ser convencida de que “pior do que está fica, sim”.
JC – Você entrou numa batalha dura: viabilizar uma cadeira na Câmara dos Deputados, ou seja, uma eleição que custa caro.
Saulo Carvalho – Nosso partido tem por princípio não aceitar financiamento privado, de empresas. Então, é autofinanciada e depende muito dos militantes. A gente resolveu enfrentar o caminho das pedras para fazer uma política muito mais honesta. A gente acredita que dessa forma a gente consegue cumprir as propostas e desafios que nos colocamos.
JC – Um deles é a politização da população. Mas como fazer isso?
Saulo Carvalho– É um desafio grande. Outro dia, inclusive, em Lençóis Paulista, fiquei quase 30 minutos conversando com um rapaz que ia votar no Tiririca por achá-lo o mais honesto entre os candidatos. O Tiririca pode até ter boas intenções, mas atrás dele tem uma lista de candidatos fichas sujas que vão todos com ele, se tiver a votação prevista de algo em torno de 2 milhões. A população vota achando que está fazendo um protesto, mas na verdade está mantendo as coisas como estão.
JC – Você diz que sua campanha depende muito mais da militância, da sola de sapato. Isso, por si só, viabiliza sua eleição?
Saulo Carvalho – A gente entende de outra forma, que a campanha militante não basta por si só. A campanha é militante na forma, mas tem conteúdo de proposta de gerir o Estado, de fazer uma política voltada para a população que é isso que vai dar a consistência para a nossa campanha. A forma é o que dá o complemento para o conteúdo. A nossa campanha militante é por princípio, porque a gente acredita que a corrupção começa no momento em que empresário dá R$ 100 mil para a campanha e depois que está eleito, ele vem cobrar, e em dobro. A gente acredita que esse é o caminho para combater a raiz da corrupção, que começa desde o início das campanhas.
JC – Eleito deputado federal, de que maneira você pretende lutar contra isso?
Saulo Carvalho – Uma das principais propostas é fazer a reforma política, justamente no ponto em que prevê o financiamento público das campanhas. De certa forma, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) fica com o dinheiro e distribui uma cota igual entre os partidos, que terão de prestar conta. Esse seria o princípio para combater a corrupção nas eleições.
JC – Bauru já teve, num passado recente, dois deputados federais e dois estaduais. Hoje temos um estadual eleito. Diante da politização do eleitor bauruense é possível voltar a ter os quatro?
Saulo Carvalho – Bauru tem um colégio eleitoral grande. Então, acredito que é possível, sim, eleger mais de um deputado. Mas o que a gente precisa esclarecer é que há candidatos e candidatos. A população precisa ficar ligada àquele que mais defende sua proposta, que vai trazer benefícios para todos, não só para um setor. Tem candidato que chega lá e depois vota só com a bancada dele.
JC – Mas você acha que o deputado tem essa liberdade de não votar com a bancada?
Saulo Carvalho – Acredito que não. Por isso, os eleitores devem observar os partidos que estão por trás dos candidatos. Observar quer dizer, qual a política que o partido tem para Nação? Para a sociedade? Isso é o que vai determinar a ação do parlamentar no Congresso. A gente não pode negar que há individualidade, mas na hora da votação, de encaminhar os projetos a linha programática dos partidos conta muito. Por isso, é preciso ficar atento para as linhas que o partido defende.
JC – Há quem diga que o PSOL é um dos partidos que lançaram candidaturas apenas para somar votos.
Saulo Carvalho – A minha candidatura é para valer. Se não, eu não teria saído candidato. O desafio de uma candidatura é muito grande, ainda mais uma candidatura como a nossa, por causa dos princípios que defende. Então, não dá para fazer de mentirinha. Temos noção que é uma batalha difícil, a dos partidos maiores é melhor aparelhada, mas temos que correr. A gente aposta na conscientização da população e no poder de convencimento. A gente defende principalmente o combate à desigualdade, que deve ser feito com distribuição de riqueza, com reforma agrária e educação de qualidade.

O SUS (Sistema Único de Saúde) foi uma grande conquista dos brasileiros. Sua criação a partir de 1988 garantiu que qualquer pessoa no território brasileiro possa ter um atendimento médico-hospitalar gratuito.
Porém, tudo isso vem sendo ameaçado pelos interesses do capital. O lobby dos planos privados de saúde e as demais entidades particulares, nunca foram favoráveis a existência do SUS.
Para atender os interesses privados das corporações de saúde, os governos têm mantido uma política de subfinanciamento da saúde pública. Nas últimas duas décadas essa política tem sido intensificada. Em 1998, FHC cria uma Lei permitindo que instituições privadas conhecidas como OSs (Organizações Sociais) administrem hospitais públicos.
Em São Paulo atualmente quase todos os 40 Hospitais Públicos são administrados pelas OSs. Essas organizações têm permissão para contratar todo tipo de serviços sem controle público, o resultado disso é bem conhecido, “corrupção!” Em Bauru o hospital de Base, administrado por uma OS deu um exemplo claro do descaramento desse modelo de gestão.
Lula também tem se deixado levar pelos interesses privados, sob a tutela do capital financeiro quase metade do Orçamento da União de 2009 (36%) foi absorvido para o pagamento de juros e amortizações da dívida, enquanto a Saúde ficou com 4,64%. O mecanismo da DRU (Desvinculação de Receitas da União) que retira anualmente 20% de recursos da saúde para pagar banqueiros, foi mantido para a saúde. Mercadante (PT) da bancada do governo defendeu o mecanismo e disse que este não é o momento para ampliar verbas para saúde e educação.
Para o PSOL a saúde em primeiro lugar
-Fim imediato da DRU que retira verbas da saúde
-Fortalecimento do financiamento do SUS
-Fim dos acordos entre o Estado e as OSs.
- Devolver a administração dos Hospitais Públicos para administração e controle público da saúde.
-Barrar o processo de privatização da sáude

Já virou lugar comum defender melhorias para a educação em tempos de eleição. Nenhum dos candidatos irá se posicionar contra esse conceito absoluto. Contudo, observando o cenário da educação e as políticas que têm sido aplicadas para o desenvolvimento do ensino no país, chegamos à constatação de que pouco tem sido feito nesse sentido.
O país sustenta altos índices de analfabetismo, é o 2º pior índice da América do Sul, perdendo apenas para a Bolívia. Em 2003 uma pesquisa do MEC registrou 16 milhões de analfabetos e se contarmos a categoria “analfabetismo funcional” esse número salta para 33 milhões. Só na cidade de São Paulo a pesquisa registrou 383 mil pessoas que não sabiam ler nem escrever.
Pelo tanto que se fala da prioridade da educação em todas as eleições, o ensino no Brasil já deveria estar pelo menos entre os melhores da América do Sul. Porém, os brasileiros mal chegam a ter uma média de 7 anos escolares, ou seja 3 anos abaixo do ideal.
Diante dessa realidade aterradora quero chamar a atenção para o fato de que as ditas “principais candidaturas” não farão nada para reverter esta situação. Não irão fazer porque são em parte responsáveis por este quadro deficitário e não farão nada porque os financiadores de seus partidos e suas campanhas não se interessam por mudanças substantivas na educação do Brasil.
Vejamos porque isso acontece: o Estado brasileiro tem centralizado sua política econômica numa produção intensamente agroexportadora. A tendência desta política econômica é o baixo investimento em formação humana. Olhando o Brasil das últimas décadas vemos um processo de desindustrialização e reprimarização da sua economia. O país tem deixado de produzir produtos manufaturados de maior valor econômico para voltar a produzir matéria prima básica e produtos pouco elaborados. Isso conduz a um crescimento medíocre quando não à estagnação da economia.
Não há investimento na escola pública porque não existe interesse da política econômica brasileira em formar seres humanos altamente capacitados num modelo agroexportador. Em face desta realidade, a política educacional que se delineou para o Brasil tem simplesmente a função de formar mão-de-obra barata, para o tipo de produção e emprego prevalecente no país, reduzindo ao máximo, gastos estatais com essa atividade.
Isto foi deixado bem claro pelos governos de Fernando Henrique (FHC) do PSDB e Lula do PT. FHC iniciou um ciclo de privatização do ensino público, apresentado no Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado sob o neologismo de “publicização”. Por meio da publicização tornou-se possível transferir para o setor privado atividades relacionadas à educação, que eram de natureza estritamente estatal. No ensino superior esta política beneficiou grandemente as instituições de ensino privadas que hoje chegam a ser 88% do total das faculdades do país.
Em 2001 quando teve a oportunidade de aumentar o investimento na educação, FHC vetou o projeto aprovado na Câmara dos Deputados, que previa 7% de aumento do investimento do Produto Interno Bruto (PIB), contra os atuais 4%. No Governo de São Paulo o PSDB também não deu trégua para a educação. Arrochou os salários dos professores, a mais de 15 anos sem reajuste, implantou Progressão Continuada, que se tornou uma aprovação automática, onde o aluno passa de ano sem “nada” saber, “além de desenvolver” uma política nefasta de bonificação e mérito que tem amarrado professores à provação automática, já que reprovações podem significar a perda desses recursos financeiros.
Lula manteve a mesma política educacional de FHC, com algumas alterações na terminologia: FUNDEF virou FUNDEB, Bolsa Escola virou Bolsa Família, o Provão virou SINAES. Contudo, o veto sobre o aumento de investimentos foi mantido, o Plano Nacional de Educação (PNE) nunca saiu da gaveta e a DRU (Desvinculação de Receitas da União) de FHC continuou tirando 20% do orçamento da educação para pagar a dívida.
Marina defende a mesma política econômica de reprimarização da produção e enxugamento do Estado, e quer fazer uma grande coalizão entre o PT e o PSDB. Não pode haver interesse real na melhoria do ensino quem defende esse tipo de política econômica. É nesse ponto que destacamos a falácia do discurso político eleitoreiro: nem Dilma, nem Serra e muito menos Marina, podem realizar mudanças substantivas na educação.
Só um programa de governo que tem como prioridade o combate a desigualdade econômica do país pode assegurar uma melhoria real no sistema de ensino brasileiro. Isso começa pela mudança nos rumos da produção brasileira assentando uma política de distribuição de renda e integração dos indivíduos à vida político-econômica do país promovendo uma Reforma Agrária profunda subsidiando uma política industrial cuidadosa de recuperação do setor manufatureiro e fundamentalmente auditando a dívida pública, auferindo investimentos na Educação, Saúde, Segurança e demais setores sociais. Esse programa, não promove formulas mirabolantes, ele prevê investimentos reais na educação de 10% do PIB, prevê o fortalecimento da escola pública estatal como forma de combate à desigualdade. Esse é o programa do PSOL, é o programa defendido por Plínio de Arruda.
Saulo Carvalho – Mestre em Educação, Professor da Rede Pública do Estado e Candidato a Deputado Federal pelo PSOL.

Em Bauru o grito dos excluídos foi realizado em frente a Catedral , na Praça Rui Barbosa e reuniu cerca de 500 pessoas. O tema central “Onde estão nossos direitos?” foi marcado por atividades culturais e falas políticas das entidades e movimentos sociais que organizaram o evento. Representando os educadores, Saulo falou da necessidade da luta por educação no Brasil, “ A educação é um direito fundamental para a constituição do homem, que vem sendo negado sistematicamente em nosso país” . O Grito ressaltou também o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra, convocando todos a participarem e votarem ”Sim” ao limite em 1000 hectares da propriedade no Brasil.
Participaram da organização do evento o Projeto Caná, a CEBs, as Pastorais Sociais, a ACEP, a CNLB-DB, a Cáritas, a CPT, o MST, o Movimento Fé e Política, o Setor Juventude e o PSOL.
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